Malta
Os muros negros lhe impedem de alcançar
Aquele seu velho império
E agora que sangra frente aos túmulos
Esse será o teu sepulcro.
Então me diz quem são os teus senhores
Quem são aqueles que lhe juram proteção
Então de quem são os olhos que mantem
A tua mente na árdua escuridão.
Quais mentiras que lhe condenam?
Quem o mantem?
Já não existe mais o altar da ganância
Já não existe mais o seu falso orador
Vê em meus olhos a sede de vingança
Pois sou eu agora o grande vingador.
Chuva que corta em meio às espadas
Que arrancam nossas mordaças
E o grande espelho esta no chão
E a falsa verdade já esta… aos cacos.
Em mãos aos cacos.
E ainda que tarde perdeste tua infame glória.
Vamos implore peça pela tua pobre vida
Assim como todos os outros que alcançaram
A tua velha honra.
Malta
Los muros negros le impiden alcanzar
Ese antiguo imperio suyo
Y ahora que sangra frente a las tumbas
Esa será tu tumba.
Entonces dime quiénes son tus señores
Quiénes son aquellos que te juran protección
Entonces de quiénes son los ojos que mantienen
Tu mente en la ardua oscuridad.
¿Qué mentiras te condenan?
¿Quién te mantiene?
Ya no existe más el altar de la avaricia
Ya no existe más tu falso orador
Ve en mis ojos la sed de venganza
Pues ahora soy el gran vengador.
Lluvia que corta en medio de las espadas
Que arrancan nuestras mordazas
Y el gran espejo está en el suelo
Y la falsa verdad ya está... hecha añicos.
En manos hecha añicos.
Y aunque tarde, perdiste tu infame gloria.
Vamos, ruega, suplica por tu pobre vida
Así como todos los demás que alcanzaron
Tu antigua honra.
Escrita por: Mehra / Thiago Fontanin