395px

Ñ DeU! (fue más fuerte que yo)

meldi@c.

Ñ DeU! (foi mais forte do que eu)

Tentei calar sua voz em mim
Tentei abafá-la mas não deu, não deu
Meter meus pés longe daqui
Sem regressar mas não deu, não deu
Foi mais forte do que eu

Muito antes de me perguntar o porquê
Muito antes de me obrigar, resistir
Não sou mais um sofredor, vitimizado
Vou trilhar o meu próprio caminho
Ainda que seja cansado
Sei nem tudo acontece tendo um bem
Desejei coisas melhores ainda maiores
Para além do solo infértil dessa terra
Lancei-me ao mar, deixando-me inundar

Tentei calar sua voz em mim
Tentei abafá-la mas não deu, não deu
Meter meus pés longe daqui
Sem regressar mas não deu, não deu
Foi mais forte do que eu

Quantas vezes o mundo já tirou tua paz
De quantas dores ainda és capaz
Não é mais um perdedor, subordinado
Rotulando em teu próprio esquema
Estratégias de um derrotado
Vantagens e marketings sem privações
Falsas bandeiras, status, comoções
Vestidos de cinza fingem se importar
A espreita uma lei pra barganhar

Pés no chão, rosto ao chão
E mãos erguidas ao céus

Tentei ocultar, me camuflar
Mas vou me levantar, pois sei quem
Deposita a confiança em mim
Após tentar e fracassar, basta perseverar
Realidade, na verdade, não tem fim
Sentindo a vida renascer dentro de mim
Realidade, na verdade, não tem fim
Sentindo a vida renascer dentro de mim

Ñ DeU! (fue más fuerte que yo)

Intenté callar tu voz en mí
Intenté ahogarla pero no pude, no pude
Alejar mis pies de aquí
Sin regresar pero no pude, no pude
Fue más fuerte que yo

Mucho antes de preguntarme el porqué
Mucho antes de obligarme, resistir
No soy más un sufridor, victimizado
Voy a trazar mi propio camino
Aunque sea cansado
Sé que no todo sucede teniendo un bien
Deseé cosas mejores, aún más grandes
Más allá del suelo infértil de esta tierra
Me lancé al mar, dejándome inundar

Intenté callar tu voz en mí
Intenté ahogarla pero no pude, no pude
Alejar mis pies de aquí
Sin regresar pero no pude, no pude
Fue más fuerte que yo

¿Cuántas veces el mundo ya te quitó la paz?
¿De cuántas penas aún eres capaz?
No eres más un perdedor, subordinado
Etiquetando en tu propio esquema
Estrategias de un derrotado
Ventajas y marketing sin privaciones
Falsas banderas, estatus, conmociones
Vestidos de gris fingen importar
A la espera de una ley para negociar

Pies en la tierra, rostro al suelo
Y manos levantadas al cielo

Intenté ocultarme, camuflarme
Pero me voy a levantar, porque sé quién
Deposita la confianza en mí
Después de intentar y fracasar, basta con perseverar
Realidad, en verdad, no tiene fin
Sintiendo la vida renacer dentro de mí
Realidad, en verdad, no tiene fin
Sintiendo la vida renacer dentro de mí

Escrita por: Vagner de Souza Moraes