Sou Mestre
É Te perder tentar Te entender
Por que Te quero tão pequeno?
Fazer caber em mim quem doma os mares
É me perder tentar Te entender
Por que Te quero tão terreno?
Quando foi que me tornei tão mesquinho assim?
Sou mestre em correr na Tua frente
Sou mestre em esquecer o Deus que És
Sou mestre em contentar-me com Tua existência que eu criei
É Te perder tentar Te entender
Pra ti o mundo é tão pequeno
É quem sou eu para enumerar
Teus passos?
É me perder tentar Te entender
Por que Te quero tão terreno?
Quando foi que me tornei tão mesquinho assim?
Insisto em meus próprios meios
Desconsidero que sou barro e só
É cômodo demais
Te servir bem do meu jeito
É triste, mas estou servindo ao pó
Sou mestre em correr na Tua frente
Sou mestre em esquecer o Deus que És
Sou mestre em contentar-me com Tua existência que eu criei
Insisto em meus próprios meios
Desconsidero que sou barro e só
É cômodo demais Te servir bem do meu jeito
É triste, mas estou servindo ao pó
Soy Maestro
Es perderme al intentar entenderte
¿Por qué te quiero tan pequeño?
Hacer que encaje en mí quien doma los mares
Es perderme al intentar entenderte
¿Por qué te quiero tan mundano?
¿Cuándo me volví tan mezquino así?
Soy maestro en correr delante de Ti
Soy maestro en olvidar al Dios que eres
Soy maestro en conformarme con la existencia que creé de Ti
Es perderme al intentar entenderte
Para ti el mundo es tan pequeño
¿Quién soy yo para enumerar
Tus pasos?
Es perderme al intentar entenderte
¿Por qué te quiero tan mundano?
¿Cuándo me volví tan mezquino así?
Insisto en mis propios medios
Ignoro que soy barro y nada más
Es demasiado cómodo
Servirte a mi manera
Es triste, pero estoy sirviendo al polvo
Soy maestro en correr delante de Ti
Soy maestro en olvidar al Dios que eres
Soy maestro en conformarme con la existencia que creé de Ti
Insisto en mis propios medios
Ignoro que soy barro y nada más
Es demasiado cómodo servirte a mi manera
Es triste, pero estoy sirviendo al polvo
Escrita por: Carlos Filho