O Devedor
Eu sou devedor à terra
Eu sou devedor à terra
E nada me pode calar
E nada me pode calar
E nada me pode calar
Quem já não deve a quem?
Quem já não deve a quem?
Quem já não deve a quem?
O meu suor cobre as fendas como água
E com suor cá se enchem cá se apagam
E se eu sou pó ao chão eu volto leve só
Eu sou devedor à terra
Eu sou devedor à terra
Ou dá-me a fome ou dá-me o pão
Ou dá-me a morte ou provisão
Eu nada tenho para te dar
Vazio é cheio enquanto há
E tudo basta
Quem já não deve a quem?
Quem já não deve a quem?
Quem já não deve a quem?
O meu suor cobre as fendas como água
E com suor cá se enchem cá se apagam
E se eu sou pó ao chão eu volto leve só
Mas a ti não devo nada
Mas a ti não devo nada
Mas a ti não devo nada
Mas a ti não devo nada
El Deudor
Soy deudor de la tierra
Soy deudor de la tierra
Y nada me puede callar
Y nada me puede callar
Y nada me puede callar
¿Quién no le debe a quién?
¿Quién no le debe a quién?
¿Quién no le debe a quién?
Mi sudor cubre las grietas como agua
Y con sudor aquí se llenan, aquí se borran
Y si soy polvo en el suelo, vuelvo ligero solo
Soy deudor de la tierra
Soy deudor de la tierra
O dame hambre o dame pan
O dame la muerte o provisión
No tengo nada que darte
El vacío está lleno mientras exista
Y todo es suficiente
¿Quién no le debe a quién?
¿Quién no le debe a quién?
¿Quién no le debe a quién?
Mi sudor cubre las grietas como agua
Y con sudor aquí se llenan, aquí se borran
Y si soy polvo en el suelo, vuelvo ligero solo
Pero a ti no te debo nada
Pero a ti no te debo nada
Pero a ti no te debo nada
Pero a ti no te debo nada