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Trastorno

menores atos

Transtorno

Essa ansiedade já dóI como um soco
Não vou fingir
Sorrisos sem brilho e nem cor
Eu não vou jogar seu jogo

Vou me libertar
Tentar chorar
E me machucar pra sarar
Deitar sem ar

Faça não doer
Faça tudo desaparecer
Tanto caos, toda voz
Diz que pra sobreviver
É preciso se esconder

Distante

Mal posso me enxergar, estou longe de mim
E só de pensar em voltar a me ver
Meus olhos fecham de novo

Vou me libertar
Tentar chorar
E me machucar pra sarar
Deitar sem ar
Sem ar
Deitar
Sem ar

O teto está prestes a cair
E o chão ameaça ruir
E eu já nem sei o que me prende aqui
O que me prende aqui?

Faça não doer
Faça tudo desaparecer
Tanto caos, toda voz
Diz que pra sobreviver
É preciso se esconder

Cinzeiro cheio é sinal de dor
Só mais um cigarro
Só mais um minuto sentado aqui
Só mais um segundo
Preparar, apontar, puxar o gatilho

Trastorno

Esa ansiedad ya duele como un puñetazo
No voy a fingir
Sonrisas sin brillo y sin color
No jugaré tu juego

Me liberaré
Intenta llorar
Y me duele para sanar
Acuéstese sin aire

Que no duela
Haz que todo desaparezca
Tanto caos, cada voz
Dice sobrevivir
Tienes que esconderte

Distante

Apenas puedo verme a mí mismo, estoy lejos de mí mismo
Y la idea de volver a verme
Mis ojos se cierran de nuevo

Me liberaré
Intenta llorar
Y me duele para sanar
Acuéstese sin aire
Sin aire
Laico
Sin aire

El techo está a punto de caer
Y el suelo amenaza con colapsar
Y ya ni siquiera sé lo que me detiene aquí
¿Qué me mantiene aquí?

Que no duela
Haz que todo desaparezca
Tanto caos, cada voz
Dice sobrevivir
Tienes que esconderte

Cenicero lleno es un signo de dolor
Sólo un cigarrillo más
Sólo un minuto más sentado aquí
Sólo un segundo más
Listos, apunten, aprieta el gatillo

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