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Todo en el mismo lugar

menores atos

tudo no mesmo lugar

Deixei os pregos como se fossem cicatrizes
Cada buraco é uma palavra que eu não disse
Deixei tudo como estava
Tudo no mesmo lugar

Tá me doendo não saber o que virá
Cê disse pra eu não esperar, nada
Eu fechei o meu coração
Te guardei num lugar bom

Além do céu e do inferno
Além do bem e do mal

Pra além do amor, o afeto
De volta ao mundo real

Como eu que posso me arrepender
Se eu não tinha outra opção
E você também não
Desabando o teto
Nós dois ruindo feito um prédio em demolição
Eu na sua mão

Deixei os pregos como se fossem cicatrizes
Cada buraco é uma palavra que eu não disse
Deixei tudo como estava
Tudo no mesmo lugar

Além do céu e do inferno
Além do bem e do mal

Como eu que posso me arrepender
Se eu não tinha outra opção
E você também não
Desabando o teto
Nós dois ruindo feito um prédio em demolição
Eu na sua mão

Como eu que posso me arrepender
Se eu não tinha outra opção
Postando, fumando, fudendo me anestesiando por dentro
Tudo compulsivamente tudo
Tudo compulsivamente tudo!

Todo en el mismo lugar

Dejé los clavos como si fueran cicatrices
Cada agujero es una palabra que no dije
Dejé todo como estaba
Todo en el mismo lugar

Me duele no saber qué vendrá
Dijiste que no esperara nada
Cerré mi corazón
Te guardé en un buen lugar

Más allá del cielo y del infierno
Más allá del bien y del mal

Más allá del amor, el afecto
De vuelta al mundo real

¿Cómo puedo arrepentirme yo?
Si no tenía otra opción
Y tú tampoco
Cayendo el techo
Los dos desmoronándonos como un edificio en demolición
Yo en tu mano

Dejé los clavos como si fueran cicatrices
Cada agujero es una palabra que no dije
Dejé todo como estaba
Todo en el mismo lugar

Más allá del cielo y del infierno
Más allá del bien y del mal

¿Cómo puedo arrepentirme yo?
Si no tenía otra opción
Y tú tampoco
Cayendo el techo
Los dos desmoronándonos como un edificio en demolición
Yo en tu mano

¿Cómo puedo arrepentirme yo?
Si no tenía otra opción
Publicando, fumando, cogiendo, anestesiándome por dentro
Todo compulsivamente, todo
Todo compulsivamente, ¡todo!

Escrita por: Cyro Sampaio, Gustavo Henrique Marquardt Carvalho Salles, Ricardo Mello, Celso Lehnemann