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Nada que ver

Meu Xampu Fede

Nada a ver

Grilo sem asa, formiga sem cabeça
Banana na calçada, gelatina na mesa
Hoje é segunda e domingo é a feira
Cuscuz na geladeira na panela "prera"

Nada a ver, nada a ver
Hoje eu nem banhei e eu nem sei por que...
Nada a ver, nada a ver
Me chamaram de porco e eu nem sei por que...

Caí da bicicleta que não tinha nem pneu
Passou um engravatado e o dedo me deu
Passou um mendigo dos dentes amarelados
Me deu a mão e eu fui abençoado

Nada a ver, nada a ver
Hoje eu nem banhei e eu nem sei por que...
Nada a ver, nada a ver
Me chamaram de porco e eu nem sei por que...

Nada a ver, nada a ver
A musica tá acabando e eu nem comecei...
Nada a ver, nada a ver
A janta tá chegando e eu nem almocei...

Nada que ver

Grillo sin alas, hormiga sin cabeza
Plátano en la acera, gelatina en la mesa
Hoy es lunes y el domingo es la feria
Cuscús en la nevera en la olla 'prera'

Nada que ver, nada que ver
Hoy ni me bañé y no sé por qué...
Nada que ver, nada que ver
Me llamaron cerdo y no sé por qué...

Caí de la bicicleta que ni siquiera tenía neumático
Pasó un engravatado y me dio el dedo
Pasó un mendigo con los dientes amarillos
Me dio la mano y fui bendecido

Nada que ver, nada que ver
Hoy ni me bañé y no sé por qué...
Nada que ver, nada que ver
Me llamaron cerdo y no sé por qué...

Nada que ver, nada que ver
La música se está acabando y ni siquiera he empezado...
Nada que ver, nada que ver
La cena está llegando y ni siquiera almorcé...

Escrita por: Fernando Magoo