Canção de Abrigo
Natureza forte, intacta
Sangue sagrado, da gente daqui
O espelho nos reflete longe
Da luta diária na água e no chão
(Oh, oh, oh)
Às vezes te abandono em mente, deixo o passado e presente
Me largo pelas tuas ruas, vejo teu ato decente, vejo seu ato
Disciplina e a paz do salário
Os barcos guardados na baixa maré
Esse Sol crava a sentença
Na luta diária dos pés e da mãos
(Oh, oh, oh)
Às vezes te abandono em mente, deixo o passado e presente
Me largo pelas tuas ruas, vejo teu lado decente, vejo seu lado
Canción de Refugio
Naturaleza fuerte, intacta
Sangre sagrada, de la gente de aquí
El espejo nos refleja lejos
De la lucha diaria en el agua y en el suelo
(Oh, oh, oh)
A veces te abandono en mente, dejo el pasado y presente
Me suelto por tus calles, veo tu acto decente, veo su acto
Disciplina y la paz del salario
Los barcos guardados en la bajamar
Este Sol clava la sentencia
En la lucha diaria de los pies y de las manos
(Oh, oh, oh)
A veces te abandono en mente, dejo el pasado y presente
Me suelto por tus calles, veo tu lado decente, veo su lado
Escrita por: Alan Sampaio / Aramys Souza / Douglas Oliveira / Paulo Siqueira