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Terco

Miltinho

Teimoso

Durante a sua ausência
Que já está fazendo um mês
Do boteco sou freguês nº1
Eu tomo cada pileque desse tamanho
Que um dia me deram banho
Pra poder me despertar
Apanhei um resfriado cabuloso
Você sabe, eu sou teimoso
Insisto em lhe procurar
Eu bebo só porque você não gosta
Bebo até cair de costa
Só paro se você voltar
Você sabe que não sou acostumado
A viver embriagado fazendo ipsilone pela rua
Dia-a-dia se vai meu conceito
Já não durmo nem como direito
Veja bem, se eu morrer, a culpa é sua

Terco

Durante tu ausencia
Que ya lleva un mes
Del bar soy el cliente nº1
Me tomo cada borrachera de ese tamaño
Que un día me bañaron
Para poder despertarme
Cogí un resfriado terrible
Tú sabes, soy terco
Insisto en buscarte
Bebo solo porque no te gusta
Bebo hasta caer de espaldas
Solo paro si vuelves
Sabes que no estoy acostumbrado
A vivir embriagado haciendo el ridículo por la calle
Día a día se va mi cordura
Ya no duermo ni como bien
Mira, si muero, la culpa es tuya

Escrita por: Ary Monteiro / LeblonAddaf / Luiz Bandeira