Milenios de Ilusão
"Nas entrelinhas podemos ver
Coisas que ninguém mais ve
O medo nas entranhas nos põe em desafio"
Negando a consciência
Fingimos viver em paz
Fechando os olhos não veremos mentiras deixadas
Que nao irão me consumir
Posso dizer o quanto eu não amo mais
Seu veneno em minha pele não me satisfaz
Quanto vai pagar pela sua alma?
Quando irá lembrar que é uma emboscada?
Abra os nossos olhos então
Negue seu passado inteiro
O culto por mentiras em
Milênios de ilusão
Que não me deixam pensar
É, pode vim se for te confortar
Temperar minha loucura com a inocência
Que você já perdeu
Se o seu problema é atenção até posso entender
Não justifique seus falsos fatos vai se arrepender
Quanto vai pagar pela sua alma?
Quando ira lembrar que é uma emboscada?
Abra os nossos olhos então
Negue seu passado inteiro
O culto por mentiras em
Milênios de ilusão
Que não me deixam pensar
Que nao me dexam pensar...
E tente não se arrepender!
Milenarios de Ilusión
En las líneas entreveradas podemos ver
Cosas que nadie más ve
El miedo en las entrañas nos desafía
Negando la conciencia
Fingimos vivir en paz
Cerrando los ojos no veremos las mentiras dejadas
Que no me consumirán
Puedo decir cuánto ya no te amo
Tu veneno en mi piel no me satisface
¿Cuánto pagarás por tu alma?
¿Cuándo recordarás que es una emboscada?
Abre nuestros ojos entonces
Niega tu pasado entero
El culto por mentiras en
Milenios de ilusión
Que no me dejan pensar
Sí, puedes venir si te reconforta
Sazonar mi locura con la inocencia
Que ya perdiste
Si tu problema es la atención incluso puedo entender
No justifiques tus falsos hechos, te arrepentirás
¿Cuánto pagarás por tu alma?
¿Cuándo recordarás que es una emboscada?
Abre nuestros ojos entonces
Niega tu pasado entero
El culto por mentiras en
Milenios de ilusión
Que no me dejan pensar
Que no me dejen pensar...
¡Y trata de no arrepentirte!
Escrita por: Silas Macedo, Samuray, Marcel Böerner, Jessé Oliveira, Igor Coimbra