O Cravo
Quem me ensinou a andar
Onde aprendi a nadar
Foi quando eu fui na Espanha
Buscar meu chapéu
Azul e branco da cor daquele céu
E ela brigou comigo
Debaixo de uma sacada
Me deixando sem abrigo
Em plena madrugada
E se essa rua, se essa rua fosse minha
Eu mandava, eu mandava ladrilhar
Com espinhos, com espinhos bem gigantes
Para ela, para ela não passar
El Clavo
Quien me enseñó a caminar
Donde aprendí a nadar
Fue cuando fui a España
A buscar mi sombrero
Azul y blanco como ese cielo
Y ella peleó conmigo
Debajo de un balcón
Dejándome sin refugio
En plena madrugada
Y si esta calle, si esta calle fuera mía
Mandaría, mandaría empedrar
Con espinas, con espinas bien gigantes
Para que ella, para que ella no pase
Escrita por: Erivan Araujo