Zuela de Oxum
Me veio à mente um som
Não identifiquei não
Peguei meu violão e comecei a dedilhar
Então eu me toquei, que o som canção tão bela
Lembrava uma zuela, que alguém vivia a zuelar
Parei de dedilhar, pois minhas mãos tremeram mais
Difícil confessar, promessas não poder pagar
Então eu me curvei, bati cabeça á Oxalá
Pra aquela que se foi, jurei jamais alguém amar
E tenho um novo amor, que é uma filha de Obá
E aquela canção, era zuela de Oxum
Ora yêyê ô, me valha ô meu pai Olorum
O que é que eu vou fazer, pedi maleime aos Orixás
Yemanjá, Ogum, Pai Xangô, Iansã
Orumilá, Oxossi, Nanã e Xapanã
Então eu me curvei bati cabeça á Oxalá
Oxum Zuela
Un sonido vino a la mente
No he identificado ningún
Agarré mi guitarra y comencé a rasguear
Entonces me toqué, esa canción suena tan hermosa
Me recordó un balanceo, que alguien siempre se burlaba
Dejé de digitar porque mis manos temblaban más
Difícil de confesar, promete no ser capaz de pagar
Así que me incliné, me golpeé la cabeza
Al que se fue, juré que nunca amaría a nadie
Y tengo un nuevo amor, que es una hija de Oba
Y esa canción, era oxum
Dios mío, mi padre Olorum
¿Qué voy a hacer, le pedí maleime a los Orixás
Yemanja, Ogunum, Pai Xangô, Iansã
Orumilá, Oxossi, Nanã y Xapanan
Así que me incliné y me golpeé la cabeza
Escrita por: Moacyr Luz / Martinho Da Villa