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De Verdad

Monarco

Vai Mesmo

Vai mesmo
Para mim não causa pena
Para fazer, não tiveste remorso
Queres te esconder
Mas a culpa te condena
Quero esquecer da ingratidão
Mas eu não posso

Eu te consagrei
Num amor como ninguém
Me foste perjura
Vai, ó criatura, para o meu bem

De Verdad

De verdad
No me causa pena
Para hacerlo, no tuviste remordimiento
Quieres esconderte
Pero la culpa te condena
Quiero olvidar la ingratitud
Pero no puedo

Te consagré
En un amor como nadie
Fuiste perjura
Ve, oh criatura, por mi bien

Escrita por: Nelson Rufino