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Forajido

Monique Maion

Bandido

Ei PM, e o nosso lado?
Ninguem (tá) seguro
só acuado.

Ei senhor Policial,
o medo é o nosso mal.

Por que vejo pelas ruas tanto riso vil?
Por que vejo pelas ruas tanto servil de mãos molhadas? de mão lavada (ha!)

Eu não sou bandido (Sr. Policial)

Logo pela manhã,
ouço o canto do tucano doido
é um canto de velha melodia,
pura sofistaria (ha!)

é a blitz pra pegar a caixinha de Natal
eu sempre quis que milicia fizesse meditação transcedental

(scatch)
tô sem ar e choro lágrimas de efeito de moral.
Quem manda anda pra trás.

Eu não sou bandido
Por que fui banido?
Eu não sou bandido,
Por que fui detido?

Forajido

Hey oficial, ¿y nuestro lado?
Nadie está seguro
solo acorralado.

Hey señor Policía,
el miedo es nuestro mal.

¿Por qué veo en las calles tanta risa vil?
¿Por qué veo en las calles tanto servil de manos mojadas? ¡de manos lavadas (¡ja!)!

No soy un forajido (Sr. Policía)

Desde temprano en la mañana,
oigo el canto del tucán loco
es un canto de vieja melodía,
pura sofistería (¡ja!)

es el operativo para agarrar la cajita de Navidad
siempre quise que la milicia hiciera meditación trascendental

(rasguño)
estoy sin aire y lloro lágrimas de efecto moral.
Quien manda retrocede.

No soy un forajido
¿Por qué fui desterrado?
No soy un forajido,
¿Por qué fui detenido?

Escrita por: Angelos Angelides / Monique Maion / Rodrigo Fonseca / Spilios Palov