Paquita Biscuit
Rude gyal, flow mortífero, monstro
Rude gyal na pista, na rima eu bato ponto
Especialista no ataque eu deixo ele tonto
Pra sua malícia eu sou bruta, truta eu não pango
Bomboclaat, mais um som de maldita guiada
Pela ancestralidade, a ira tirada
Da minha vivência periferia
Ensina, se perde quem não vivencia
A muito tempo enxergando a viela por turismo
Vagabundo sem inocência sempre é bem quem [?] vira piso
Marmita de ódio guardado não contém mais o íntimo
De mim algo que é beber sangue e cobrar tudo isso
Meu rap nunca foi sua mercadoria
Eu tava apostando fichas enquanto o mercado ria
Com meu mic faço um hit, a rima é sabedoria
Nós tínhamos coisas pendentes, se lembra paquita?
Eu não sei o que essas normativas
Estão fazendo perdidas nesse movimento
Vocês são todas pioneiras de porra nenhuma
Sua turma é bebê na cena, vos faltam discernimento
Eu tô avisando, meu limite tá esvaindo
Movimento de rua é posicionamento
E se na rua cobrança é algo que te assusta
Recolha sua bunda e volta pro teu apartamento
Eles não fazem parte desse movimento
O gueto pra esses trutas serve de apoio
Eu já falei que almoço em qualquer beat
Fiquei com fome o FR3ELEX fez outro
Fiquei com fome o FR3ELEX fez outro
Você é um ctrl c ctrl v
Plagiadora de merda, paquita biscuit
Nós é ref na vida, no rap
Te alimento sim, então agradeça a mim
Imagina o que seria d’ocê, se não fosse a b pra você imprimir
Tu ia parecer uma outra, porque originalidade não combina com ti
Se não copiasse a mim ia ser outra
E mesmo assim pra dizer que o macho é ref
Vagabundo só ouve rap mastigado
Não faz uma pesquisa e diz que não tem ref
Mensagens na dm, arquivo guardado
Eu lembro bem deles me chamando de ref
Movimento de fala é de papagaio
Meu trabalho é de base, é isso que me faz rap (bitch!)
Paquita Biscuit
Rude gyal, flujo mortal, monstruo
Rude gyal en la pista, en la rima marco territorio
Especialista en el ataque, lo dejo aturdido
Para tu malicia soy bruta, no me achico
Bomboclaat, otro sonido maldito guiado
Por la ancestralidad, la ira quitada
De mi vivencia periférica
Enseña, se pierde quien no vive
Mucho tiempo viendo el callejón como turista
Vagabundo sin inocencia siempre es quien se convierte en piso
Marmita de odio guardado ya no contiene lo íntimo
De mí algo que es beber sangre y cobrar todo esto
Mi rap nunca fue tu mercancía
Yo estaba apostando fichas mientras el mercado reía
Con mi mic hago un hit, la rima es sabiduría
Teníamos cosas pendientes, ¿recuerdas paquita?
No sé qué hacen esas normativas
Perdidas en este movimiento
Ustedes son todas pioneras de nada
Su grupo es bebé en la escena, les falta discernimiento
Les estoy advirtiendo, mi límite se está agotando
El movimiento de calle es posicionamiento
Y si en la calle la exigencia es algo que te asusta
Recoge tu trasero y vuelve a tu apartamento
Ellos no son parte de este movimiento
El gueto para estos truchos sirve de apoyo
Ya dije que almuerzo en cualquier beat
Me quedé con hambre y FR3ELEX hizo otro
Me quedé con hambre y FR3ELEX hizo otro
Eres un ctrl c ctrl v
Plagiadora de mierda, paquita biscuit
Nosotras somos ref en la vida, en el rap
Te alimento sí, así que agradéceme
Imagina qué sería de ti, si no fuera por la b para que imprimas
Ibas a parecer otra, porque la originalidad no va contigo
Si no me copiaras, serías otra
Y aún así para decir que el macho es ref
Vagabundo solo escucha rap masticado
No investiga y dice que no tiene ref
Mensajes en dm, archivo guardado
Recuerdo bien cuando me llamaban ref
Movimiento de habla es de papagayo
Mi trabajo es de base, eso es lo que me hace rap (¡perra!)
Escrita por: Monna Brutal