Crimes Imaginários
Fico imaginando eu dançando com você
Te abraçando por trás
Sentindo o cheiro típico da sua nuca
E nos seus cabelos mergulhar o meu nariz, te ouvir sorrir
Quando minha mão passar por entre o vestido
Fico imaginando eu encenando com você
Te jogando pro ar
Sentindo o cheiro típico da sua coxa
A luz do som acesa, só a luz do som acesa
O sofá esparramando a sala
Pra gente dançar
Solta o seu corpo suave
Em cima do meu corpo suado
Em cima dos discos no chão espalhados
Em cima de mim
Venha me levar dessa realidade morna
Trocar o meu chão
Ficar tão linda não me dar chance de nada
E eu bem por certo vou ficar na sua mão
Vou me entregar
Me consumir no fim e só te querer
E como será? E como seria?
Quando a brincadeira acabar
Como eu me portaria?
A luz do som acesa, só a luz do som acesa
O sofá esparramando a sala
Pra gente dançar
Crímenes Imaginarios
Me imagino bailando contigo
Abrazándote por detrás
Sintiendo el típico aroma de tu nuca
Y hundiendo mi nariz en tu cabello, escucharte reír
Cuando mi mano se deslice entre tu vestido
Me imagino actuando contigo
Lanzándote al aire
Sintiendo el típico aroma de tu muslo
La luz del sonido encendida, solo la luz del sonido encendida
El sofá desordenando la sala
Para que bailemos
Libera tu cuerpo suave
Sobre mi cuerpo sudado
Sobre los discos esparcidos en el suelo
Sobre mí
Ven y sácame de esta realidad tibia
Cambia mi mundo
Luciendo tan hermosa, sin darme oportunidad de nada
Y seguramente caeré en tus manos
Me entregaré
Me consumiré al final y solo te desearé
Y cómo será? Y cómo sería?
Cuando el juego termine
Cómo me comportaría?
La luz del sonido encendida, solo la luz del sonido encendida
El sofá desordenando la sala
Para que bailemos
Escrita por: Fernando Persiano