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No inventé lo que es amar

Mórficos

Não Inventei o Que É Amar

A noite me tortura e eu tento fugir da letargia, o tempo não passava naquele dia
em que você me dizia o que sentia. Fazia frio e no escuro, eu ia me tornando tão sedentário,
sozinho com o mundo que me cercava, eu olho pros olhos que sempre me olhava...

A minha mente não está vazia, ainda penso em você e o que eu faria, querer não me
entender é entender, que eu queria te querer mais não podia. Eu sofro e o meu sofrer
é meu pecado, solitário sem você tenho sonhado, com o medo que me envolve eu
tenho buscado, palavras confortáveis pra serem ditas...

Só quero descansar e refletir sobre o que eu não fiz, eu machuquei teu coração,
com os meus atos desprezíveis,aprendi que não é nada digno, sustentar o que
não existe, não me conformei com tua face, que sorria pra mim, tão triste...

A noite me tortura e eu tento fugir da letargia, o tempo não passava naquele dia
em que você me dizia o que sentia. Fazia frio e no escuro, eu ia me tornando tão sedentário,
sozinho com o mundo que me cercava, eu olho pros olhos que sempre me olhava...

A minha mente não está vazia, ainda penso em você e o que eu faria, querer não me
entender é entender, que eu queria te querer mais não podia. Eu sofro e o me sofrer
é meu pecado, solitário sem você tenho sonhado, com o medo que
envolve eu tenho buscado, palavras confortáveis pra serem ditas...
( Não inventei o que é amar, eu não compliquei eu separei as coisas, eu me ocupei
em me preocupar, em não assolar teus sentimentos... ) (2x)

No inventé lo que es amar

La noche me tortura y trato de escapar de la letargia, el tiempo no pasaba ese día
en que me decías lo que sentías. Hacía frío y en la oscuridad, me volvía tan sedentario,
solo con el mundo que me rodeaba, miro a los ojos que siempre me miraban...

Mi mente no está vacía, aún pienso en ti y en lo que haría, querer no
entender es entender, que quería amarte pero no podía. Sufro y mi sufrir
es mi pecado, solitario sin ti he soñado, con el miedo que me envuelve he
buscado, palabras reconfortantes para ser dichas...

Solo quiero descansar y reflexionar sobre lo que no hice, lastimé tu corazón
con mis actos despreciables, aprendí que no es digno sostener lo que no existe,
no me conformé con tu rostro, que sonreía hacia mí, tan triste...

La noche me tortura y trato de escapar de la letargia, el tiempo no pasaba ese día
en que me decías lo que sentías. Hacía frío y en la oscuridad, me volvía tan sedentario,
solo con el mundo que me rodeaba, miro a los ojos que siempre me miraban...

Mi mente no está vacía, aún pienso en ti y en lo que haría, querer no
entender es entender, que quería amarte pero no podía. Sufro y mi sufrir
es mi pecado, solitario sin ti he soñado, con el miedo que me envuelve he
buscado, palabras reconfortantes para ser dichas...
( No inventé lo que es amar, no complicaré separé las cosas, me ocupé
en preocuparme, en no dañar tus sentimientos... ) (2x)

Escrita por: Maurício Franco