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Oráculo de Esplendor

Moria Art

Sombras se aproximam
De Jerusalém
E a ameaça da Síria
Vem como um furacão
E o cerco se ajusta
Em nossa direção
A afronta dos assírios
Desafia o Deus da criação

Cartas em minhas mãos, céu
E terra em aflição
Diante de mim
Um cerco de morte
Assusta toda nação
O enviado do rei da Assíria
Zombou de mim

Então, reflita
Você confia em quem?
Pois mesmo cercado
Eu sei que eu tenho alguém
Eu nunca quis essa guerra
Justamente por ser o rei

Prostro minha vida em oração
E a soberba do assírio
Tenta me convencer
Nenhum Deus lutará por você
Diante do teu altar
Olha esta guerra
E estendo a carta diante de ti

Ouve, Senhor
Escuta
Sinta nosso clamor
Salva nosso povo
Se faz presente aqui

Ó Tu que reinas sobre os querubins
Esse é o nosso louvor

Com seu oráculo de esplendor
Salva-nos da mão dele
Para o mundo saber
Que só Tu és o Senhor

E veio a resposta
Não temas
Eu ouvi a afronta
Quanta arrogância
Quanta arrogância

Escuta
Eu mesmo vou agir
Não haverá flecha sobre esta cidade
Não haverá escudo diante desta muralha
Não haverá cerco, não haverá assalto
Não haverá golpe contra Jerusalém

Nada entrará
Porque eu
Eu mesmo os matarei

Eles conhecem Jeová Rafá
Conhecem Jeová Jireh

Mas hoje conheceram
O Deus dos exércitos
O Deus da guerra

O Deus da destruição

Ouve, Senhor
Escuta
Sinta o nosso clamor
Salva nosso povo
Se faz presente aqui

Ó Tu que reinas sobre os querubins
Esse é o nosso louvor
Com seu oráculo de esplendor
Salva-nos da mão dele

Para o mundo saber
Que só Tu és o Senhor

Naquela mesma noite, o anjo do Senhor saiu
E matou cento e oitenta e cinco
Mil homens no arraial dos assírios
De manhã, quando os restantes
Se levantaram

Lá estavam
Todos aqueles
Cadáveres
Aah, aah, aah