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Chica joven

Móveis Coloniais de Acaju

Menina-Moça

Menina moça
Eu não queria te dizer
Mas me parecia
Não querias compreender

Que pra ser o tal
Não é preciso ser
Bacana e sacal
Não é preciso ser
Sacana e banal
Não é preciso ser
Mas o difícil é entender
Que pra ser o tal
Não é preciso ser você

Talvez seja tal e qual
Quarenta e quatro vezes normal
Mas na vez seguinte, no ano seguinte
Você se tornará legal

Seu sorriso de Cepacol
Sua sempre mal passada carne de sol
Sempre acompanhada daquela gelada
E uma pelada de futebol

Que pra ser o tal
Não é preciso ser
Bacana e sacal
Não é preciso ser
Sacana e banal
Não é preciso ser
Mas o difícil é entender
Que pra ser o tal
Não é preciso ser você

Menina moça
Eu só queria te dizer
O que é preciso
Não está na cara
Mas está na Caras
Este mês

Chica joven

Chica joven
No quería decirte
Pero me parecía
Que no querías entender

Que para ser el tal
No es necesario ser
Bacán y sacal
No es necesario ser
Sádico y banal
No es necesario ser
Pero lo difícil es entender
Que para ser el tal
No es necesario ser tú

Tal vez sea tal cual
Cuarenta y cuatro veces normal
Pero la próxima vez, el próximo año
Te volverás genial

Tu sonrisa de enjuague bucal
Tu carne de sol siempre mal cocida
Siempre acompañada de una bien fría
Y un partido de fútbol

Que para ser el tal
No es necesario ser
Bacán y sacal
No es necesario ser
Sádico y banal
No es necesario ser
Pero lo difícil es entender
Que para ser el tal
No es necesario ser tú

Chica joven
Solo quería decirte
Lo que se necesita
No está a simple vista
Pero está en Caras
Este mes

Escrita por: André Gonzales / Leonardo Bursztyn