Inverno
Tempos vem, tempos vão, os meus dias não serão em vão
Eles entram em contradição quando apertam a minha, a minha vão
Eles nunca vão me entender, porque não sabem o que dizer
Quem é você, o que vai fazer, eles já não podem me prever
Minha alma em pedaços, passado que se desenhou
Foda se todo o descaso, de quem nunca se comparou
Sigo meu próprio destino, mas hoje não sei onde estou
Prefacio desfaço, lugares que eu nunca estou
O coração aperta, meu ódio nunca desperta
A munda ainda e escuro, e a verdade ainda é cega
Acendo um beck a chuva cai, essa neblina me distrai
Não vejo mais, não vivo mais, e nem posso voltar atrás
Invierno
Tiempos van, tiempos vienen, mis días no serán en vano
Entran en contradicción cuando aprietan la mía, la mía se va
Nunca me entenderán, porque no saben qué decir
¿Quién eres tú, qué vas a hacer, ya no pueden preverme
Mi alma hecha pedazos, pasado que se dibujó
Al diablo con toda la negligencia, de quienes nunca se compararon
Sigo mi propio destino, pero hoy no sé dónde estoy
Prefacio deshago, lugares donde nunca estoy
El corazón se aprieta, mi odio nunca despierta
El mundo aún está oscuro, y la verdad aún es ciega
Enciendo un porro, la lluvia cae, esta neblina me distrae
Ya no veo, ya no vivo, y no puedo volver atrás