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Libertad

Mr. Mustache

Liberdade

Me cansei de viver assim tão distante tão longe de mim
Já me perguntei: Por que eu levo essa vida é o que eu não sei
Tenho andado em um caminho sem fim sem entender como fiquei assim, me encurralei, pra onde vou correr é o que eu não sei

Não!! Não quero mais ter que viver acorrentado ao que nunca me deixou viver
Não posso mais ter que me ver cegado por algo que nunca me permitiu ver
Logo agora que eu conheci o que é liberdade

Abri os olhos e percebi que o fim que eu mesmo tinha escolhido pra mim não iria chegar... Meu Deus ainda não sei como que eu escapei
A verdade encontrei enfim a paz que tanto procurei pra mim
Não quero voltar a viver aquela morte que eu levei

Não!! Não quero mais ter que viver acorrentado ao que nunca me deixou viver
Não posso mais ter que me ver cegado por algo que nunca me permitiu ver
Sem correntes, sem grilhões corri ao encontro do que nunca vivi, deixei um passado vil e enfim, a liberdade

Submerso e sem respirar, no precipício quase a me atirar
Em um labirinto sem saída, no escuro sem nenhuma luz
Eu já passei por cada momento que hoje nem quero lembrar

Não!! Não quero mais ter que viver acorrentado ao que nunca me deixou viver
Não posso mais ter que me ver cegado por algo que nunca me permitiu ver
Sem correntes, sem grilhões corri ao encontro do que nunca vivi, deixei um passado vil e enfim, a liberdade

Libertad

Me cansé de vivir tan lejos de mí
Me he preguntado por qué llevo esta vida es lo que no sé
He estado caminando un camino sin fin sin entender cómo he estado así, me he acorralado, donde voy a correr es lo que no sé

¡No! ¡No! No quiero tener que vivir encadenado a lo que nunca me dejó vivir
¡No! ¡No! Ya no puedo tener que verme cegada por algo que nunca me permitió ver
Justo ahora que he sabido lo que es la libertad

Abrí los ojos y me di cuenta de que el final que había elegido para mí no llegaría... Dios mío, todavía no sé cómo escapé
La verdad finalmente encontró la paz que busqué para mí
No quiero vivir esa muerte que tomé de nuevo

¡No! ¡No! No quiero tener que vivir encadenado a lo que nunca me dejó vivir
¡No! ¡No! Ya no puedo tener que verme cegada por algo que nunca me permitió ver
Sin cadenas, sin grilletes corrí a encontrar lo que nunca viví, dejé un pasado vil y finalmente, la libertad

Sumergido y sin aliento, en el precipicio a punto de arrojarme
En un laberinto sin salida, en la oscuridad sin luz
He pasado por cada momento que ni siquiera quiero recordar más

¡No! ¡No! No quiero tener que vivir encadenado a lo que nunca me dejó vivir
¡No! ¡No! Ya no puedo tener que verme cegada por algo que nunca me permitió ver
Sin cadenas, sin grilletes corrí a encontrar lo que nunca viví, dejé un pasado vil y finalmente, la libertad