Fim da Noite
Não sou de ferro
E nem você, não dá mais
A gente sabe o óbvio até demais
Mas sempre sobra uma ponta de esperança
Em você
E, desta vez, nada ficou
Não sou de ferro
E nem você, não dá mais
Nem todas as canções vão nos salvar
Poema ao fim da noite vira poesia vulgar
Mas sempre sobra uma esperança
Somente uma solução
Reabre todas as portas
E a gente sempre pressionado contra a parede
Por essas mãos invisíveis
Não sou de ferro
E nem você, tudo bem
Os erros fazem parte do jogo
Mas sempre sobra tempo para todos os acertos
E, desta vez, tempo demais
Fin de la Noche
No soy de hierro
Y tú tampoco, ya no más
Sabemos lo obvio hasta de más
Pero siempre queda un atisbo de esperanza
En ti
Y, esta vez, nada quedó
No soy de hierro
Y tú tampoco, ya no más
No todas las canciones nos van a salvar
El poema al final de la noche se convierte en poesía vulgar
Pero siempre queda una esperanza
Solo una solución
Abre de nuevo todas las puertas
Y siempre estamos presionados contra la pared
Por esas manos invisibles
No soy de hierro
Y tú tampoco, está bien
Los errores son parte del juego
Pero siempre hay tiempo para todos los aciertos
Y, esta vez, tiempo de más
Escrita por: Paulo Pellegrini