Alvorada
Voe o tempo, voe as horas...Voe tudo!
Em corações distintos.
Há uma fênix em nós...Em todos nós
A espera da revoada
Não dá para esperar, que em chamas não se queime...E que em facas não se corte!
Corações que bradam...São corações de pedra!
Feição amarga...Um órgão estilhaçado.
Toca em si mesmo
É a melodia que move os dias...Dia a dia...
Não dá para esperar, que em chamas não se queime...E que em facas não se corte!
Corações que bradam...São corações de pedra!
Não vou viver a esperar...Pra perder!
Amanecer
Vuela el tiempo, vuela las horas... ¡Vuela todo!
En corazones distintos.
Hay un fénix en nosotros... En todos nosotros
Esperando el vuelo
No se puede esperar, que en llamas no se queme... ¡Y que en cuchillos no se corte!
Corazones que claman... ¡Son corazones de piedra!
Rostro amargo... Un órgano destrozado.
Se toca a sí mismo
Es la melodía que mueve los días... Día a día...
No se puede esperar, que en llamas no se queme... ¡Y que en cuchillos no se corte!
Corazones que claman... ¡Son corazones de piedra!
No voy a vivir esperando... ¡Para perder!