Prohibido Pasar
Não há por que se preocupar
Eu reconheço um não
Mas ponha-se no meu lugar
E busque solução
Anseio ver você surgir
No hall do elevador
Seu veneno é meu elixir
Que sorvo com ardor
Pensara que sua beleza
Bastasse no inverno
Não contara com a frieza
Desse brilho eterno
Enfim, querer nunca é poder
E eu desconheço a fé
Já entendi que não vai ser
Retribuído não é
Estou partindo, é melhor
Deixei sua pulseira
Levo comigo o Belchior
E dor pra vida inteira
Pensara que sua beleza
Bastasse no inverno
Não contara com a frieza
Desse brilho eterno
Prohibido Pasar
No hay por qué preocuparse
Reconozco un no
Pero ponte en mi lugar
Y busca solución
Anhelo verte aparecer
En el hall del ascensor
Tu veneno es mi elixir
Que sorbo con ardor
Pensaba que tu belleza
Bastaría en invierno
No contaba con la frialdad
De ese brillo eterno
Al final, querer nunca es poder
Y desconozco la fe
Ya entendí que no será
Correspondido no es
Me estoy yendo, es mejor
Dejé tu pulsera
Me llevo a Belchior
Y dolor para toda la vida
Pensaba que tu belleza
Bastaría en invierno
No contaba con la frialdad
De ese brillo eterno
Escrita por: Murillo Augustus / João Affonso