Zambaê
Zambaê
Eu não vou ficar em paz
E perder a chance de me rebelar
Eu não quero ter que acreditar
Nessa história toda de me conformar
Não, não, não
Zambaê, Zambaê (2x)
Eu me acostumei demais
A fazer as coisas sem olhar pra trás
Não me peça pra entrar nessa de novo
Você, suas velas negras e seus castiçais
Não faço parte dessa torta ilusão
De ver coisas falsas na televisão
Quero ter a liberdade voraz
De chegar nas bancas e rasgar jornais
Eu não quero nada demais
Só não quero ter que me adaptar
Eu não quero nada demais
Só não quero ter que me acostumar
Com a miséria do povo
Com a tristeza do mundo
Com o desamor e contrair
Uma doença no coração
Foi minha mãe quem me mandou
Não cair em papo torto de malandro dotô
Foi minha mãe quem me mandou
Zambaê
Zambaê
No voy a quedarme en paz
Y perder la oportunidad de rebelarme
No quiero tener que creer
En toda esta historia de conformarme
No, no, no
Zambaê, Zambaê (2x)
Me acostumbré demasiado
A hacer las cosas sin mirar atrás
No me pidas que vuelva a entrar en eso
Tú, tus velas negras y tus candelabros
No formo parte de esa ilusión absurda
De ver cosas falsas en la televisión
Quiero tener la libertad voraz
De llegar a los quioscos y rasgar periódicos
No quiero nada en exceso
Solo no quiero tener que adaptarme
No quiero nada en exceso
Solo no quiero acostumbrarme
A la miseria del pueblo
A la tristeza del mundo
Al desamor y contraer
Una enfermedad en el corazón
Fue mi madre quien me dijo
No caer en palabras torcidas de malandro doctor
Fue mi madre quien me dijo