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Lampião apareció por allá

Nalva Aguiar

Lampião Pintou Por Lá

Você não sabe, mas eu vou contar
Na seca, Lampião pintou por lá
Você não sabe, mas eu vou contar
Na seca, Lampião pintou por lá

Ainda escuto o canto de Acauana
Avisando o Lampião, que vem vindo o pelotão
Ainda escuto o canto de Acauana
Avisando o Lampião, que vem vindo o pelotão

Você não sabe, mas eu vou contar
Na seca, Lampião pintou por lá
Você não sabe, mas eu vou contar
Na seca, Lampião pintou por lá

Naquela campa, de um buraco só
Toda noite, uma santa, e depois, forró
Naquela campa, de um buraco só
Toda noite, uma santa, e depois, forró

Você não sabe, mas eu vou contar
Na seca, Lampião pintou por lá
Você não sabe, mas eu vou contar
Na seca, Lampião pintou por lá

E as ideias do seu Virgulino
Na mente desse povo, é o mito nordestino
E as ideias do seu Virgulino
Na mente desse povo, é mito nordestino

Lampião apareció por allá

No lo sabes, pero te lo contaré
En la sequía, Lampião apareció por allá
No lo sabes, pero te lo contaré
En la sequía, Lampião apareció por allá

Todavía escucho el canto de Acauana
Avisando a Lampião que viene el pelotón
Todavía escucho el canto de Acauana
Avisando a Lampião que viene el pelotón

No lo sabes, pero te lo contaré
En la sequía, Lampião apareció por allá
No lo sabes, pero te lo contaré
En la sequía, Lampião apareció por allá

En ese campo, de un solo agujero
Cada noche, una santa, y luego, forró
En ese campo, de un solo agujero
Cada noche, una santa, y luego, forró

No lo sabes, pero te lo contaré
En la sequía, Lampião apareció por allá
No lo sabes, pero te lo contaré
En la sequía, Lampião apareció por allá

Y las ideas de su Virgulino
En la mente de esta gente, es el mito nordestino
Y las ideas de su Virgulino
En la mente de esta gente, es el mito nordestino

Escrita por: Edvaldo Santana / Fernando Telles