Ponta de Areia
Ponta de Areia, ponto final
Da Bahia a Minas, estrada natural
Que ligava Minas ao porto, ao mar
Caminho do ferro mandaram arrancar
Velho maquinista com seu boné
Lembra o povo alegre que vinha cortejar
Maria Fumaça não canta mais
Para moças, flores, janelas e quintais
Na praça vazia, um grito, um ai
Casas esquecidas, viúvas nos portais
Ponta de Areia, ponto final
Da Bahia a Minas, estrada natural
Que ligava Minas ao porto, ao mar
Caminho do ferro mandaram arrancar
Velho maquinista com seu boné
Lembra o povo alegre que vinha cortejar
Maria Fumaça não canta mais
Para moças, flores, janelas e quintais
Na praça vazia, um grito, um ai
Casas esquecidas, viúvas nos portais
Punta de Arena
Ponta de Areia, punto final
De Bahía a Minas, camino natural
Que conectaba Minas con el puerto, con el mar
Se ordenó poner en marcha los ferrocarriles
Viejo conductor de tren con su gorra
Recuerda a la gente feliz que vino a la corte
Maria Fumaça ya no canta
Para niñas, flores, ventanas y jardines
En la plaza vacía, un grito, un ay
Casas olvidadas, viudas en los portales
Ponta de Areia, punto final
De Bahía a Minas, camino natural
Que conectaba Minas con el puerto, con el mar
Se ordenó poner en marcha los ferrocarriles
Viejo conductor de tren con su gorra
Recuerda a la gente feliz que vino a la corte
Maria Fumaça ya no canta
Para niñas, flores, ventanas y jardines
En la plaza vacía, un grito, un ay
Casas olvidadas, viudas en los portales
Escrita por: Fernando Brant / Milton Nascimento