Chá de Anis
Não se justifique tentando tapar buracos
Pois dos teus pecados, piores já perdoei
Não sou teu escravo, e tampouco teu algoz
Mas de tantos nós aprendi a me defender
(Derarunô, derarunô, derarunô, ooh
Derarú, deraruderarunô, ooh, ooh)
Pega suas tralhas, teus cigarros antipáticos
Mas pega uma malha que na rua tá bem frio
Leva lá pra fora esses seus olhos cheios d’água
Que eu e minha mágoa ficaremos bem aqui
(Derarunô, derarunô, derarunô, ooh
Derarú, deraruderarunô, ooh, ooh)
E mesmo que essa dor dure por toda a eternidade
Eu vou me curar com um bom livro e chá de anis
Mesmo que a eternidade não apague a dor
Eu vou me esquecer do porquê de doer assim
Eu vou ficar
Eu vou ficar bem
Eu vou ficar bem
Eu vou ficar
Eu vou ficar bem
Eu vou ficar
Eu vou ficar
Eu vou ficar
Eu vou ficar bem
Bem aqui
Deraruno
Té de Anís
No te justifiques tratando de tapar huecos
Porque de tus pecados, peores ya perdoné
No soy tu esclavo, ni tampoco tu verdugo
Pero de tantos nudos aprendí a defenderme
(Derarunô, derarunô, derarunô, ooh
Derarú, deraruderarunô, ooh, ooh)
Agarrá tus cosas, tus cigarrillos antipáticos
Pero lleva una chaqueta que en la calle hace frío
Saca esos ojos llenos de lágrimas
Que yo y mi tristeza nos quedaremos bien aquí
(Derarunô, derarunô, derarunô, ooh
Derarú, deraruderarunô, ooh, ooh)
Y aunque este dolor dure por toda la eternidad
Voy a curarme con un buen libro y té de anís
Aunque la eternidad no borre el dolor
Voy a olvidarme del porqué de doler así
Voy a quedarme
Voy a estar bien
Voy a estar bien
Voy a quedarme
Voy a estar bien
Voy a quedarme
Voy a quedarme
Voy a quedarme
Voy a estar bien
Bien aquí
Deraruno