Margens do Sertão
Chora sanfona que eu canto as minhas mágoas nus versos
Das madrugadas nas noites do meu sertão
Calca de barra chapéu de couro uma sandália
Me lembra Luiz Gonzaga o nosso rei do baião
Contemporâneo vem se mantendo a tradição
E forro de leste a oeste xaxado xote e baião
-Luiz Gonzaga e o nosso rei do baião
Chapéu de couro de jaleco e gibão
Luiz Gonzaga e o nosso rei do baião
De leste a oeste e nas margens do sertão
Maria bonita se casou com lampião
Ele foi rei do cangaço e Luiz rei do baião
Nordeste e a parte seca do sertão
Severino rei do cangaço e Luiz rei do baião
É lampião você foi rei do cangaço e luiz rei do baião
É Lampião
Já andou nas terras secas lá nas margens do sertão
Margens del Sertón
Llora acordeón que canto mis penas en versos
De madrugadas en las noches de mi sertón
Botas de cuero, sombrero de ala, una sandalia
Me recuerda a Luiz Gonzaga, nuestro rey del baión
Contemporáneo manteniendo la tradición
Forró de este a oeste, xaxado, xote y baión
-Luiz Gonzaga, nuestro rey del baión
Sombrero de cuero, chaqueta y chaleco
Luiz Gonzaga, nuestro rey del baión
De este a oeste y en las margens del sertón
Maria bonita se casó con lampião
Él fue rey del cangaço y Luiz rey del baión
Nordeste y la parte seca del sertón
Severino rey del cangaço y Luiz rey del baión
Lampião, tú fuiste rey del cangaço y Luiz rey del baión
Lampião
Ya anduvo por las tierras secas allá en las margens del sertón