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Margens del Sertón

Nando Dorea o Xote Bom do Nordeste

Margens do Sertão

Chora sanfona que eu canto as minhas mágoas nus versos
Das madrugadas nas noites do meu sertão
Calca de barra chapéu de couro uma sandália
Me lembra Luiz Gonzaga o nosso rei do baião

Contemporâneo vem se mantendo a tradição
E forro de leste a oeste xaxado xote e baião

-Luiz Gonzaga e o nosso rei do baião
Chapéu de couro de jaleco e gibão
Luiz Gonzaga e o nosso rei do baião
De leste a oeste e nas margens do sertão

Maria bonita se casou com lampião
Ele foi rei do cangaço e Luiz rei do baião

Nordeste e a parte seca do sertão
Severino rei do cangaço e Luiz rei do baião

É lampião você foi rei do cangaço e luiz rei do baião
É Lampião
Já andou nas terras secas lá nas margens do sertão

Margens del Sertón

Llora acordeón que canto mis penas en versos
De madrugadas en las noches de mi sertón
Botas de cuero, sombrero de ala, una sandalia
Me recuerda a Luiz Gonzaga, nuestro rey del baión

Contemporáneo manteniendo la tradición
Forró de este a oeste, xaxado, xote y baión

-Luiz Gonzaga, nuestro rey del baión
Sombrero de cuero, chaqueta y chaleco
Luiz Gonzaga, nuestro rey del baión
De este a oeste y en las margens del sertón

Maria bonita se casó con lampião
Él fue rey del cangaço y Luiz rey del baión

Nordeste y la parte seca del sertón
Severino rey del cangaço y Luiz rey del baión

Lampião, tú fuiste rey del cangaço y Luiz rey del baión
Lampião
Ya anduvo por las tierras secas allá en las margens del sertón

Escrita por: Nando Dorea