Me dá... Me dá
Você já sabe que o meu não é nenhum
Por isso é escusado
Você me pedir algum
Isto é feio, viver de expediente
Você não é aleijado
Não é cego e nem doente
Você não tem coragem
De enfrentar um batedor
E quando eu lhe vejo
Chego até a sentir pavor
Tenho a certeza que você vem converar
Com a velha conversa
Do me dá, me dá, me dá
Quatro tostões pra mim jantar
Me dá, me dá
Não dou, não dou (enfim)
Contar vantagem
É o que você nunca cansa
Sempre com a conversa
Que vai receber herança
Dia pra dia você está se derretendo
E se a herança não vier
Você vai acabar morrendo
E você não reflete
Está atrapalhando
Sempre com a mania de ser
Cantor de rádio
Vou lhe dar um conselho
Arranje uma colocação
Porque sopa de vento
Não é alimentação
Vai quebrar pedra
Na pedreira
Que é bem bom
Pro seu pulmão
Porque
Dame... Dame
Ya sabes que el mío no es ninguno
Así que no es necesario
Me pides algo
Esto es feo, vivir de expedientes
No estás lisiado
Él no es ciego ni está enfermo
No tienes coraje
Enfrentarse a un bateador
Y cuando te veo
Incluso me siento aterrorizado
Estoy seguro de que vendrás y charlarás
Con la vieja conversación
Dame, dame, dame
Cuatro centavos para mi cena
Dámelo, dámelo
No doy, no doy (por fin)
Derechos de fanfarronería
Es de lo que nunca te cansas
Siempre con la conversación
¿Quién recibirá la herencia?
Día a día te vas derritiendo
Y si la herencia no llega
Terminarás muriendo
Y no reflexionas
Se está interponiendo en el camino
Siempre con la mania de ser
Cantante de radio
Te daré un consejo
Hacer trabajo
Porque sopa de viento
No es comida
Romperá la piedra
En la cantera
Eso es bastante bueno
Para tus pulmones
Por qué