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canção triste (part. Guitarricadelafuente)

Natalia Lacunza

nana triste (part. Guitarricadelafuente)

Sé que hay cosas que me digo que no tienen que pasar
Se despiertan del olvido, vuelven pa' hacerme llorar
Yo me quedaría contigo una, dos, tres noches más
Si no hubiera roto el hilo, ojalá volver atrás

No te culpo de mi pena, no te culpo de mi mal
Te construiré un castillo con tus lágrimas de sal
Te cuidaba como un niño que no sabe caminar
Déjame que te proteja de lo que pueda pasar

Dame paz y dame guerra
Dame aliento, cuídame
Clavelitos en tu pelo
Los tatuajes de tu piel

Hoy supura y supura
Lo que ayer sabía a miel
Yo maldigo a mi cordura
Palomita, llévame

Dame paz y dame guerra
Dame aliento, cuídame
Clavelitos en tu pelo
Los tatuajes de tu piel

Hoy supura y supura
Lo que ayer sabía a miel
Yo maldigo a mi cordura
Palomita, llévame

A ti te maldigo, y a tus lágrimas de sal
A ti te maldigo, no me vas a hacer llorar
A ti te maldigo
A ti te maldigo

A ti te maldigo, y a tus lágrimas de sal
A ti te maldigo, no me vas a hacer llorar
A ti te maldigo

Porque, a un niño que no es mío
Nunca lo debí cuidar
Nunca lo debí cuidar
Nunca lo debí cuidar
Nunca lo debí cuidar

canção triste (part. Guitarricadelafuente)

Sei que há coisas que digo a mim mesma que não deviam acontecer
Elas surgem do esquecimento, voltam pra me fazer chorar
Eu ficaria com você mais uma, duas, três noites
Se não tivesse quebrado o elo, quem me dera voltar atrás

Não culpo você pela minha dor, não culpo você pelo meu mal
Vou construir pra você um castelo com suas lágrimas de sal
Cuidei de você como uma criança que não sabe andar
Deixa eu te proteger do que ainda pode acontecer

Me dá paz e me dá guerra
Me dá fôlego, cuida de mim
Cravinhos no seu cabelo
As tatuagens na sua pele

Hoje sangra e sangra
O que ontem tinha gosto de mel
Eu renego minha sanidade
Pombinha, me leva

Me dá paz e me dá guerra
Me dá fôlego, cuida de mim
Cravinhos no seu cabelo
As tatuagens na sua pele

Hoje sangra e sangra
O que ontem tinha gosto de mel
Eu renego minha sanidade
Pombinha, me leva

Eu te maldigo, e às suas lágrimas de sal
Eu te maldigo, você não vai me fazer chorar
Eu te maldigo
Eu te maldigo

Eu te maldigo, e às suas lágrimas de sal
Eu te maldigo, você não vai me fazer chorar
Eu te maldigo

Porque, uma criança que não é minha
Eu nunca deveria ter cuidado
Eu nunca deveria ter cuidado
Eu nunca deveria ter cuidado
Eu nunca deveria ter cuidado

Escrita por: Natalia Lacunza / Guitarricadelafuente