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Refém

Natanzinho Lima

O nome da música é refém
Ao vivo na favela
Esquenta, esquenta, esquenta

Aconteceu
Minha vida estava no lugar
Tudo parecia se encaixar
Foi quando eu te vi

Escureceu
Tudo que era verdadeiro em mim
E num instante foi chegando ao fim
Foi quando eu te vi

E as loucuras dentro do cinema
Aquela linda cena que a gente viveu
E num quarto de motel barato
O espelho enfumaçado e um recado seu

Uma paixão de contos literários
Você é Julieta, e eu o seu Romeu
O amor proibido, que em sigilo
Rio de Janeiro, canta aí
Você me arranha

(E, no final de tudo, sou eu quem apanha)
Inventando sempre uma desculpa estranha
Revirar as marcas desse nosso amor
(Para, por favor) eu tô falando sério

Pra que se apressar em revelar o mistério?
(Se existe sentimento, não é adultério)
Você sempre soube que eu já tinha alguém
Não venha com chantagens, me fazer refém
Não venha, não venha com chantagens, me fazer refém

Eu tô no RJ, eu tô feliz porra

E as loucuras dentro do cinema
Aquela linda cena que a gente viveu
E num quarto de motel barato
O espelho enfumaçado e um recado seu

Uma paixão de contos literários
Você é Julieta, e eu o seu Romeu
O amor proibido, que em sigilo
Eu quero ouvir vocês aí

Você me arranha
(E, no final de tudo, sou eu quem apanha)
Inventando sempre uma desculpa estranha
Revirar as marcas desse nosso amor
Para, por favor eu tô falando sério

Pra que se apressar em revelar o mistério?
(Se existe sentimento, não é adultério)
Você sempre soube que eu já tinha alguém
Não venha com chantagens, me fazer refém
Não venha, não venha com chantagens, me fazer refém

Na, na, na-na
Essa aqui esquentou

Escrita por: Dilsinho, Pedro Felipe Reis Amaro, Thiago da Silva Almeida, Natanzinho Lima, Seu Menino