O nome da música é refém
Ao vivo na favela
Esquenta, esquenta, esquenta
Aconteceu
Minha vida estava no lugar
Tudo parecia se encaixar
Foi quando eu te vi
Escureceu
Tudo que era verdadeiro em mim
E num instante foi chegando ao fim
Foi quando eu te vi
E as loucuras dentro do cinema
Aquela linda cena que a gente viveu
E num quarto de motel barato
O espelho enfumaçado e um recado seu
Uma paixão de contos literários
Você é Julieta, e eu o seu Romeu
O amor proibido, que em sigilo
Rio de Janeiro, canta aí
Você me arranha
(E, no final de tudo, sou eu quem apanha)
Inventando sempre uma desculpa estranha
Revirar as marcas desse nosso amor
(Para, por favor) eu tô falando sério
Pra que se apressar em revelar o mistério?
(Se existe sentimento, não é adultério)
Você sempre soube que eu já tinha alguém
Não venha com chantagens, me fazer refém
Não venha, não venha com chantagens, me fazer refém
Eu tô no RJ, eu tô feliz porra
E as loucuras dentro do cinema
Aquela linda cena que a gente viveu
E num quarto de motel barato
O espelho enfumaçado e um recado seu
Uma paixão de contos literários
Você é Julieta, e eu o seu Romeu
O amor proibido, que em sigilo
Eu quero ouvir vocês aí
Você me arranha
(E, no final de tudo, sou eu quem apanha)
Inventando sempre uma desculpa estranha
Revirar as marcas desse nosso amor
Para, por favor eu tô falando sério
Pra que se apressar em revelar o mistério?
(Se existe sentimento, não é adultério)
Você sempre soube que eu já tinha alguém
Não venha com chantagens, me fazer refém
Não venha, não venha com chantagens, me fazer refém
Na, na, na-na
Essa aqui esquentou
Escrita por: Dilsinho, Pedro Felipe Reis Amaro, Thiago da Silva Almeida, Natanzinho Lima, Seu Menino