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Malícia y enfermedad

Naul

Malícias e Malandragens

Entre becos e vielas
A euforia cresce
Cérebros perecem pela falta de uma prece
Alma calejada por tudo que passei
Falsas aventuras que nas quais eu me joguei

Escalo prédios tão altos, sob esses céu de marfim
Braços governamentais que brindam a cada fim
Malícias e malandragens sigo esquivando de egocentristas
Se a pauta é brasil o império é darwinista!
Então, olha quem chega meu mano
Tão longe e nem sempre perto
De um conceito mais natural vivo na selva de concreto
Capitalismo e suas facetas
Nessa guerra onde é muita treta
No alcance da escopeta
Ou você luta ou abraça o capeta
Cabe a você perceber o que existe por trás dessa letra
Enquanto eu luto com caneta
Outros se matam por ego e buceta
Siga na rua lutando ignore a placa de pare
Pois quem se prende a rios sempre irá temer os mares
Me deixe seguir adiante
Pois sua ordem não é meu progresso
No jogo do vale das sombras
Primeiro erro é julgado regresso
Se tudo é relativo qual motivo do seu desespero?
Cutuque sua consciência
Pois a ignorância acorda mais cedo

Entre becos e vielas
A euforia cresce
Cérebros perecem pela falta de uma prece
Alma calejada por tudo que passei
Falsas aventuras que nas quais eu me joguei

Nessa roda de fumaça, busco o meu lar entre praças
Manobras com palavras
Pra não ser pego por essa mordaça
É tudo uma questão de encontrar sua paz interna
Ou se interna em um seio ou seu meio te sequestra
Semear, prosperar a essência que me perdura
Não perco mais o meu tempo alimentando essa estrutura
São cenas do próximo ato
Leia meus lábios, não é boato
Rezo pra que seu ódio não lhe mate de infarte
São causas sociais, perdemos amigos por erros banais
Me sinto tão longe de casa
Mas ainda escuto a voz dos meus pais
Feito um sussurro no ouvido
Por cada rua que eu fiz morada
Admiro paredes pintadas
Que para olhos vagos não servem de nada
Por quê que você não se escuta?
Somos tão jovens ainda
Entenda que toda ajuda vinda a alma pode ser bem vinda
Alimenta sua consciência pura
Sem vidro e sem censura
Por aqui quase nada é seguro
Então se segura em quem te segura

Malícia y enfermedad

Entre callejones y callejones
Euphoria crece
Cerebros perecen por la falta de una oración
Alma callosa por todo lo que he pasado
Falsas aventuras que en el que me tiré

Subo edificios tan altos bajo estos cielos de marfil
Armas gubernamentales que brindis por todos los extremos
Malícia y engaño sigo esquivando egocentristas
¡Si la agenda es Brasil, el imperio es darwiniano!
Mira quién llega, hermano mío
Hasta ahora y no siempre cerca
Desde un concepto más natural viviendo en la jungla de hormigón
El capitalismo y sus facetas
En esta guerra donde es un montón de basura
En el alcance de la escopeta
O peleas o abrazas al diablo
Depende de ti darse cuenta de lo que hay detrás de esa carta
Mientras lucho con la pluma
Otros se matan por el ego y la vagina
Sigue la lucha callejera ignora la señal de stop
Para aquellos que se aferran a los ríos siempre temerán a los mares
Déjame seguir
Porque tu pedido no es mi progreso
En el juego del valle de las sombras
El primer error se juzga retorno
Si todo es relativo, ¿qué razón de su desesperación?
Empuja tu conciencia
Porque la ignorancia se despierta temprano

Entre callejones y callejones
Euphoria crece
Cerebros perecen por la falta de una oración
Alma callosa por todo lo que he pasado
Falsas aventuras que en el que me tiré

En esta rueda de humo, busco mi hogar entre plazas
Maniobras con palabras
Para que no me atrape esa mordaza
Todo es cuestión de encontrar tu paz interior
O si estás dentro de un pecho o tu medio te secuestra
Sembrar, prosperar la esencia que me perdura
No pierdo más tiempo alimentando esta estructura
Estas son escenas del próximo acto
Lee mis labios, no es un rumor
Rezo para que tu odio no te infeste
Estas son causas sociales, perdemos amigos por errores banales
Me siento tan lejos de casa
Pero todavía oigo la voz de mis padres
Hizo un susurro en el oído
Por cada calle que hice morada
Admiro las paredes pintadas
Que para los ojos vagos no sirve de nada
¿Por qué no te escuchas a ti mismo?
Somos tan jóvenes todavía
Entender que toda la ayuda que llega al alma puede ser bienvenida
Alimenta tu conciencia pura
Sin vidrio y sin censura
Por aquí casi nada es seguro
Así que aferrarse a quien te sostiene

Escrita por: Naul