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Partido

Navala

Partido

E aí? Tudo bem? Como tá?
Deixa eu te perguntar, onde foi parar seu senso de justiça?
Tempo vale dinheiro, dinheiro não vale o tempo
Cegos escravidos com a culpa, submissa
Representatividade, ignorância só metade
Sem culpado do lado o culto
Que esconde toda as maldade
Sem vontade, mó viaje, mó falta de honestidade
Ir pra luta todo dia no reino da pilantragem
Várias merda acontecendo e vocês aí dando risada
Icônicos covardes que não dão a cara a tapa
Cegos sem diagnóstico, famosos caras de pau
Aqui papo não faz curva, então não me leve a mal

São os cuzão, os ladrão, são nossos patrão
São os caras do partido entrando em ação
É tanta sujeira, tanta corrupção
Eles fazem de tudo pra ter grana na mão

São os cuzão, os ladrão, são nosso patrão
São os caras do partido entrando em ação
É tanta sujeira, tanta corrupção
Eles fazem de tudo pra ter grana na mão

E falta água, falta luz, segurança e moradia
Tá faltando até comida pra quem necessita
O que não faltam são pessoas pra mais um busão lotado
Enquanto político milionário, tá no seu carro importado
Eles falam pra caralho, mas não tem o que dizer
No Brasil ser mal caráter é sinônimo de ter poder
Eles cobram ipva
Eles cobram iptu
Enfiar dinheiro na cueca é fácil
Eu quero ver enfiar no

Na na na na
Na na na na na
Na na na na
Na na na na na

São os cuzão, os ladrão, são nossos patrão
São os caras do partido entrando em ação
É tanta sujeira, tanta corrupção
Eles fazem de tudo pra ter grana na mão

São os cuzão, os ladrão, são nossos patrão
São os caras do partido entrando em ação
É tanta sujeira, tanta corrupção
Eles fazem de tudo pra ter grana na mão

E aí? Como é? Qual a questão?
Só problema, só problema, e cadê a solução
Muda a cor, a numeração
Lado da instituição
São os lados da moeda da bolsa do cramulhão
Notas amaldiçoadas pelas trevas do congresso
Que desvaloriza a voz, seu brilho, seu dialeto
Entortando, entordando o que é pra ser um papo reto
E no fim eles decidem o que você vai ter por perto
Pantanal viro fumaça
Rio doce, hoje tá amargo
Planalto, circo sem graça
O escudo já foi rasgado
Como é que pode ver o rumo do Brasil
E cada vez uma lá saia mais 89 mil
Na cueca os ileais
Nos paraíso fiscais
Nas compras de imóveis com suas notas ilegais
E aí o que tu faz?
Se mata por satanás?
Ou capeta do outro lado, pra mim são todos iguais

Partido

¿Qué onda? ¿Todo bien? ¿Cómo estás?
Déjame preguntarte, ¿dónde quedó tu sentido de justicia?
El tiempo es dinero, el dinero no vale el tiempo
Ciegos esclavizados por la culpa, sumisos
Representatividad, ignorancia solo a medias
Sin culpables del lado del culto
Que esconde todas las maldades
Sin voluntad, puro viaje, pura falta de honestidad
Ir a la lucha todos los días en el reino de la trampa
Un montón de mierda pasando y ustedes ahí riéndose
Íconos cobardes que no dan la cara
Ciegos sin diagnóstico, famosos caraduras
Aquí la charla no se desvía, así que no me lo tomes a mal

Son los idiotas, los ladrones, son nuestros jefes
Son los tipos del partido entrando en acción
Hay tanta suciedad, tanta corrupción
Hacen de todo para tener plata en la mano

Son los idiotas, los ladrones, son nuestros jefes
Son los tipos del partido entrando en acción
Hay tanta suciedad, tanta corrupción
Hacen de todo para tener plata en la mano

Y falta agua, falta luz, seguridad y vivienda
Falta hasta comida para quien la necesita
Lo que no falta son personas para otro colectivo lleno
Mientras el político millonario está en su auto importado
Hablan un montón, pero no tienen nada que decir
En Brasil ser mal tipo es sinónimo de tener poder
Cobran impuestos
Encajan impuestos municipales
Meter dinero en la entrepierna es fácil
Quiero verlos meterlo en

Na na na na
Na na na na na
Na na na na
Na na na na na

Son los idiotas, los ladrones, son nuestros jefes
Son los tipos del partido entrando en acción
Hay tanta suciedad, tanta corrupción
Hacen de todo para tener plata en la mano

Son los idiotas, los ladrones, son nuestros jefes
Son los tipos del partido entrando en acción
Hay tanta suciedad, tanta corrupción
Hacen de todo para tener plata en la mano

¿Qué onda? ¿Cómo es? ¿Cuál es el problema?
Solo problemas, solo problemas, ¿y dónde está la solución?
Cambia el color, la numeración
Lado de la institución
Son los lados de la moneda del bolsillo del diablo
Billetes maldecidos por las sombras del congreso
Que desvalorizan la voz, su brillo, su dialecto
Torciendo lo que debería ser una charla directa
Y al final deciden qué tendrás cerca
El Pantanal se convierte en humo
El río dulce, hoy está amargo
El planalto, circo sin gracia
El escudo ya fue rasgado
¿Cómo puedes ver el rumbo de Brasil?
Y cada vez una salida más de 89 mil
En la entrepierna los ilegales
En los paraísos fiscales
En la compra de propiedades con sus billetes ilegales
¿Y tú qué haces?
¿Te matas por Satanás?
¿O el diablo del otro lado, para mí son todos iguales

Escrita por: Navala