Amor Inóspito
Em outro estado em outro nível
Nem me procure conte os prejuízo
Dessa vez não volte devolva minha paz
Tô num precipício voltar não quero mais
Doses de morfina e mais algum sintético
Tô curando vício te eternizando em versos
É que essa louca não para e eu sou seu paciente
Me afundando em lágrimas e não há volta pra gente
Fomos tão tóxicos e hoje é só vazio
Amor inóspito Chernobyl
Essa é última vez que você me vê cair
Essa é última vez que você me vê cair
Mais eu que mando eu mim
Cê quer me dominar me dominar
A solução sou eu
Mais eu que mando eu mim
Cê quer me dominar me dominar
A solução sou eu
Ela me pede pra ficar mas eu nasci pra voar
Dez anos a frente vai tenta me alcançar
Quando eu falar tu vem é se a gente se da tão bem
Eu não devo nada ninguém
Ela me pede pra ficar mas eu nasci pra voar
Dez anos a frente vai tenta me alcançar
Quando eu falar tu vem é se a gente se da tão bem
Eu não devo nada ninguém, eu não devo nada a ninguém
Frases sobre você no meu celular
Tipo flashes que não quero deletar
Busco ela em outras como te encontrar?
Doses me afogando como não lembrar
Já que só chuva lá fora bora
Ainda sei onde ela mora hora
Volta volta deja vi
Tô falando agora faz assim
Seus amigos novos nunca saberão
Onde a gente foi nunca chegaram
Sou sua dose diária de esquecimento
Ela foge ela dribla tédio, me liga sou passatempo mas
Essa é última vez que você me vê cair
Essa é última vez que você me vê cair
Mais eu que mando eu mim
Cê quer me dominar me dominar
A solução sou eu
Mais eu que mando eu mim
Cê quer me dominar me dominar
A solução sou eu
Ela me pede pra ficar mas eu nasci pra voar
Dez anos a frente vai tenta me alcançar
Quando eu falar tu vem é se a gente se da tão bem
Eu não devo nada ninguém
Ela me pede pra ficar mas eu nasci pra voar
Dez anos a frente vai tenta me alcançar
Quando eu falar tu vem é se a gente se da tão bem
Eu não devo nada ninguém
Eu não devo nada a ninguém
Amor Hostil
En otro estado, en otro nivel
No me busques, cuenta las pérdidas
Esta vez no vuelvas, devuelve mi paz
Estoy al borde, ya no quiero regresar
Dosis de morfina y algo sintético más
Estoy curando el vicio, eternizándote en versos
Es que esta locura no se detiene y yo soy tu paciente
Hundiéndome en lágrimas y no hay vuelta atrás para nosotros
Fuimos tan tóxicos y ahora solo hay vacío
Amor hostil, Chernobyl
Esta es la última vez que me ves caer
Esta es la última vez que me ves caer
Pero yo decido, yo mando en mí
Quieres dominarme, dominarme
La solución soy yo
Pero yo decido, yo mando en mí
Quieres dominarme, dominarme
La solución soy yo
Ella me pide que me quede, pero nací para volar
Diez años adelante intentará alcanzarme
Cuando diga que vengas, y si nos llevamos tan bien
No le debo nada a nadie
Ella me pide que me quede, pero nací para volar
Diez años adelante intentará alcanzarme
Cuando diga que vengas, y si nos llevamos tan bien
No le debo nada a nadie, no le debo nada a nadie
Frases sobre ti en mi celular
Como destellos que no quiero borrar
La busco en otras, ¿cómo encontrarte?
Dosis que me ahogan, ¿cómo no recordar?
Ya que solo llueve afuera, vamos
Aún sé dónde vive, ahora
Vuelve, vuelve, déjà vu
Estoy hablando ahora, hazlo así
Tus nuevos amigos nunca sabrán
Dónde fuimos, nunca llegaron
Soy tu dosis diaria de olvido
Ella escapa, elude el aburrimiento, me llama soy su pasatiempo
Pero esta es la última vez que me ves caer
Esta es la última vez que me ves caer
Pero yo decido, yo mando en mí
Quieres dominarme, dominarme
La solución soy yo
Pero yo decido, yo mando en mí
Quieres dominarme, dominarme
La solución soy yo
Ella me pide que me quede, pero nací para volar
Diez años adelante intentará alcanzarme
Cuando diga que vengas, y si nos llevamos tan bien
No le debo nada a nadie
Ella me pide que me quede, pero nací para volar
Diez años adelante intentará alcanzarme
Cuando diga que vengas, y si nos llevamos tan bien
No le debo nada a nadie
No le debo nada a nadie