Meu Pequeno Beija-flor
Eu sou criança de correr em pega-pega
Ainda brinco de boneca
De casinha e desenhar
Eu já passei por cada coisa nessa vida
Tive garra, fui pra lida
Tenho histórias pra contar
Eu não entendo por que é que a gente cresce
Perde o brilho se envaidece
Tem vergonha de brincar
Se eu tivesse explicação eu lhe daria
Mas o orgulho e a ironia
Deixa a gente assim, sei lá
Se ser criança é ser mais puro e inocente
Por que o velho não aprende
Ao invés de complicar
Você ainda vai crescer e ver que a vida
Apesar de colorida, tem o dom de machucar
Obrigada meu padrinho
Agradeço esse carinho
Já é hora de voar
Vai voar, meu beija-flor
Esse mundo é todo seu
Solte a voz por onde for
Mi pequeño colibrí
Soy un niño fugitivo
Todavía un pendiente de muñeca
De casa y dibujar
He pasado por todas las cosas en esta vida
Tenía garra, fui a leer
Tengo historias que contar
No entiendo por qué crecemos
Perder el brillo se convierte en vano
Te avergüenzas de jugar
Si tuviera una explicación te daría
Pero el orgullo y la ironía
Déjanos así, no lo sé
Si ser un niño es ser puro e inocente
¿Por qué el viejo no puede aprender
En lugar de complicar
Aún crecerás y verás esa vida
Aunque colorido, tienes el don de hacer daño
Gracias, mi padrino
Te doy las gracias por este afecto
Es hora de volar
Volará, mi colibrí
Este mundo es todo tuyo
Libera tu voz dondequiera que vayas
Escrita por: Aquiles Da Vila / Rapha SP