Ginete Imortal
Eu nasci pra ser ginete
E me criei nesta lida
No lombo de potros xucros
Tiro o sustento da vida
Meus diplomas colegiais
São estas velhas esporas
E meu seguro de vida
É Deus e Nossa Senhora
Solta este potro
Deixa Pular
Pois não importa
Qual de nós dois vai ganhar
Pois sou ginete
Sou imortal
E enquanto nascer bagual
Eu não paro de domar
Ao montar num aporreado
Gineteio a própria morte
Não duvido do azar
Porém confio na sorte
Pois sou crente em Jesus Cristo
O meu protetor divino
E não é qualquer matungo
Que vai mudar meu destino
Solta este potro
Deixa Pular
Pois não importa
Qual de nós dois vai ganhar
Pois sou ginete
Sou imortal
E enquanto nascer bagual
Eu não paro de domar
Quando eu não puder mais
Montar potro redomão
Certamente aqui na terra
Findou a minha missão
Mas quero levar comigo
Meu rebenque e meu chapéu
E assim domar aporreados
Lá na querência do céu
Solta este potro
Deixa Pular
Pois não importa
Qual de nós dois vai ganhar
Pois sou ginete
Sou imortal
E enquanto nascer bagual
Eu não paro de domar
Jinete Inmortal
Nací para ser jinete
Y me crié en este trabajo
En el lomo de potros salvajes
Saco el sustento de la vida
Mis diplomas escolares
Son estas viejas espuelas
Y mi seguro de vida
Es Dios y Nuestra Señora
Suelta este potro
Déjalo saltar
Porque no importa
Quién de los dos va a ganar
Porque soy jinete
Soy inmortal
Y mientras nazca un bagual
No pararé de domar
Al montar un potro arisco
Desafío a la muerte misma
No dudo del azar
Pero confío en la suerte
Porque creo en Jesucristo
Mi protector divino
Y no es cualquier caballo bruto
Que cambiará mi destino
Suelta este potro
Déjalo saltar
Porque no importa
Quién de los dos va a ganar
Porque soy jinete
Soy inmortal
Y mientras nazca un bagual
No pararé de domar
Cuando ya no pueda más
Montar potros bravíos
Seguramente aquí en la tierra
Habrá terminado mi misión
Pero quiero llevar conmigo
Mi rebenque y mi sombrero
Y así domar potros ariscos
En la querencia del cielo
Suelta este potro
Déjalo saltar
Porque no importa
Quién de los dos va a ganar
Porque soy jinete
Soy inmortal
Y mientras nazca un bagual
No pararé de domar