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Esquina del Pecado

Nelson Eduardo

Esquina do Pecado

Muita gente tem na vida, um amor como lembrança
Quanto mais a caboclinha, que eu amei desde criança
Depois que me apaixonei, entreguei meu coração
Foi iludida por outro, e me deixou na solidão
Depois que me apaixonei, entreguei meu coração
Foi iludida por outro, e me deixou na solidão

Eu sou boêmio da rua, que vivo à perambular
Jogado pelos cassinos, se bebendo sem cessar
Se alguém me perguntar, de quem é que ando atrás
É da minha caboclinha, que fugiu e não voltou mais
Se alguém me perguntar, de quem é que ando atrás
É da minha caboclinha, que fugiu e não voltou mais

Muitas vezes penso até, que a minha caboclinha
Vive sem sociedade, onde ninguém adivinha
Talvez nos braços de outro, na esquina do pecado
Nem ela mesma se lembra, que foi minha no passado
Talvez nos braços de outro, na esquina do pecado
Nem ela mesma se lembra, que foi minha no passado

Dela guardei um retrato, tenho por recordação
Do seu corpo, eu só me lembro do triste aperto de mão
E ninguém me dá notícia, onde anda a caboclinha
Muitos até lhe beijaram, sem saber que ela foi minha
E ninguém me dá notícia, onde anda a caboclinha
Muitos até lhe beijaram, sem saber que ela foi minha

E ninguém me dá notícia, onde anda a caboclinha
Muitos até lhe beijaram, sem saber que ela foi minha
E ninguém me dá notícia, onde anda a caboclinha
Muitos até lhe beijaram, sem saber que ela foi minha
E ninguém me dá notícia, onde anda a caboclinha
Muitos até lhe beijaram, sem saber que ela foi minha

Esquina del Pecado

Mucha gente tiene en la vida un amor como recuerdo
Incluso la campesina que amé desde niño
Después de enamorarme, entregué mi corazón
Fui engañado por otro y me dejó en soledad
Después de enamorarme, entregué mi corazón
Fui engañado por otro y me dejó en soledad

Soy un bohemio de la calle, que vive deambulando
Arrojado por los casinos, bebiendo sin parar
Si alguien me pregunta de quién estoy detrás
Es de mi campesina, que huyó y no volvió más
Si alguien me pregunta de quién estoy detrás
Es de mi campesina, que huyó y no volvió más

Muchas veces pienso que mi campesina
Vive sin compañía, donde nadie adivina
Quizás en brazos de otro, en la esquina del pecado
Ni siquiera ella recuerda que fue mía en el pasado
Quizás en brazos de otro, en la esquina del pecado
Ni siquiera ella recuerda que fue mía en el pasado

Guardo un retrato de ella, como recuerdo
De su cuerpo, solo recuerdo el triste apretón de manos
Y nadie me da noticias de dónde está la campesina
Muchos la han besado sin saber que fue mía
Y nadie me da noticias de dónde está la campesina
Muchos la han besado sin saber que fue mía

Y nadie me da noticias de dónde está la campesina
Muchos la han besado sin saber que fue mía
Y nadie me da noticias de dónde está la campesina
Muchos la han besado sin saber que fue mía
Y nadie me da noticias de dónde está la campesina
Muchos la han besado sin saber que fue mía

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