Covarde
Covarde, confesse, dê o seu braço a torcer
É melhor você nos falar com franqueza
É melhor você confessar a fraqueza
Covardia ou é doença ou defeito
Mas você viver fingindo é que não fica direito
Covarde, confesse, dê o seu braço a torcer
É melhor você nos falar com franqueza
É melhor você confessar a fraqueza
Covardia ou é doença ou defeito
Mas você viver fingindo é que não fica direito
Pra que mentir se você gosta dela
Pra que fingir se não há razão
Para o amor não há porta nem janela
Não se deve magoar o coração, não
Covarde, confesse, dê o seu braço a torcer
É melhor você nos falar com franqueza
É melhor você confessar a fraqueza
Covardia ou é doença ou defeito
Mas você viver fingindo é que não fica direito
Pra que mentir se você gosta dela
Pra que fingir se não há razão
Para o amor não há porta nem janela
Não se deve magoar o coração, não
Cobarde
Cobarde, confiesa, da tu brazo a torcer
Es mejor que nos hables con sinceridad
Es mejor que confieses tu debilidad
La cobardía o es enfermedad o defecto
Pero vivir fingiendo no está bien
Cobarde, confiesa, da tu brazo a torcer
Es mejor que nos hables con sinceridad
Es mejor que confieses tu debilidad
La cobardía o es enfermedad o defecto
Pero vivir fingiendo no está bien
¿Para qué mentir si te gusta ella?
¿Para qué fingir si no hay razón?
Para el amor no hay puerta ni ventana
No se debe herir el corazón, no
Cobarde, confiesa, da tu brazo a torcer
Es mejor que nos hables con sinceridad
Es mejor que confieses tu debilidad
La cobardía o es enfermedad o defecto
Pero vivir fingiendo no está bien
¿Para qué mentir si te gusta ella?
¿Para qué fingir si no hay razón?
Para el amor no hay puerta ni ventana
No se debe herir el corazón, no
Escrita por: Herivelto Martins, Valdemar de Abreu (Dunga)