Chuva de Sombrinhas
A terra vai tremer quando o galo passar
Fazendo estremecer o chão da praça
Não vai sobrar pedra sobre pedra
Quando a orquestra tocar
Chamando toda a nação, o meu brasil pra ver
Que é só aqui que tem
Que é só aqui que há
Duda no frevo, alceu, antônio nóbrega
Que é só aqui que tem. Que é só aqui que há
Rios de passo, chuva de sombrinhas
O coco de selma, a ciranda de lia
O passo da ema, a cobra a passar
O frevo fervendo ao sol do meio dia
40 Graus de vassourinhas
Ai que calor
Lluvia de Paraguas
La tierra temblará cuando pase el gallo
Haciendo temblar el suelo de la plaza
No quedará piedra sobre piedra
Cuando la orquesta toque
Llamando a toda la nación, a mi Brasil a ver
Que solo aquí hay
Que solo aquí existe
Duda en el frevo, Alceu, Antônio Nóbrega
Que solo aquí hay. Que solo aquí existe
Ríos de paso, lluvia de paraguas
El coco de Selma, la ciranda de Lia
El paso de la ema, la cobra pasando
El frevo hirviendo al sol del mediodía
40 grados de escobitas
Ay qué calor
Escrita por: André Rio / Beto Leal / Nena Queiroga