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Cuando los pájaros mueren y sus sombras vuelan

Nene Altro e o Mal de Caim

Quando Os Pássaros Morrem e Suas Sombras Voam

É, eu sei que eu teu descaso
Faz transparecer meu despreparo
Em compreender as farpas em meu corpo.

E, talvez seja tão claro que eu não possa ver,
Ou tão sincero que não possa ser tocado,
Ou tão impróprio.

As vezes,
Eu acabo em acaso em teus olhos
E aguardo o momento a ser lavado
Por teu pranto.

Se permites dizer, mesmo amargo,
Não consigo ter outro abraço
E satisfazer o peso destes ombros.

E, se por vezes eu me flagro sem certeza,
Me odeio mais que tudo e
Quero partir minha alma em troca da dor.

No chão áspero
Eu deveria não querer despencar mais,
Mas eu sinto que posso cair ainda mais.
E me faria tão bem em quebrar meus dentes
Se pudesse ficar só.

Cuando los pájaros mueren y sus sombras vuelan

Sí, sé que tu desdén
Hace evidente mi falta de preparación
Para entender las espinas en mi cuerpo.

Y, tal vez sea tan obvio que no pueda ver,
O tan sincero que no pueda ser tocado,
O tan inapropiado.

A veces,
Termino por casualidad en tus ojos
Y espero el momento de ser lavado
Por tus lágrimas.

Si me permites decir, aunque sea amargo,
No puedo tener otro abrazo
Y aliviar el peso de estos hombros.

Y, si a veces me sorprendo sin certeza,
Me odio más que todo y
Quiero partir mi alma a cambio del dolor.

En el áspero suelo
No debería querer caer más,
Pero siento que puedo caer aún más.
Y me haría tan bien romper mis dientes
Si pudiera quedarme solo.

Escrita por: Nene Altro