Vinte Anos Depois
Vinte anos perdidos da minha existência
Deixei liberdade, passei na prisão
Preso por dois crimes por mim praticados
Que eu fiz a justiça com as próprias mãos
Matar é pecado na lei do Senhor
Meu bem reconheço que sou um pecador
Matei por ciúmes aquele traidor
E aquela ingrata que foi meu amor
Ai, é triste a solidão
Viver condenado sem ter liberdade
Sofrendo nas grades de uma prisão
Negro destino a mim foi traçado
Aquela tragédia bem caro eu paguei
Eu era traído e não merecia
Até que um dia os dois eu matei
Passei vinte anos sofrendo calado
Pra não deixar meu nome manchado
Homem que tem brilho deve ser honrado
Perdão peço a Deus por eu ter matado
Ai, é triste a solidão
Viver condenado sem ter liberdade
Sofrendo nas grades de uma prisão
Veinte Años Después
Veinte años perdidos de mi existencia
Dejé la libertad, entré en la cárcel
Preso por dos crímenes que cometí
Que hice justicia con mis propias manos
Matar es pecado en la ley del Señor
Mi bien reconozco que soy un pecador
Maté por celos a aquel traidor
Y a aquella ingrata que fue mi amor
Ay, es triste la soledad
Vivir condenado sin tener libertad
Sufriendo entre rejas de una prisión
Negro destino me fue trazado
Aquella tragedia la pagué muy caro
Era traicionado y no lo merecía
Hasta que un día a los dos maté
Pasé veinte años sufriendo en silencio
Para no dejar mi nombre manchado
Un hombre que tiene brillo debe ser honrado
Pido perdón a Dios por haber matado
Ay, es triste la soledad
Vivir condenado sin tener libertad
Sufriendo entre rejas de una prisión
Escrita por: Nenete / DORINHO / Roque José De Almeida