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Le Pain Quotidien

Netinho de Paula

O Pão Nosso de Cada Dia

Vem sentir, amor
O meu sabor no seu paladar
Vem me dê a mão
Que eu faço o pão
Pra "massa" inteira alimentar

Desde que o senhor criou o mundo
O homem se dispôs a trabalhar... Pra se alimentar
Seu suor envolvido com a garra
Fez a semente germinar
O trigo abençoado pelo criador
Gerou cobiça entre as civilizações
Sua trajetória tropeçou
Na ignorância da humanidade
Sob um juramento, uma esperança, caminhou
Rumo à felicidade

Na frança uma cultura se desenvolveu
Cara feia era fome
Só que o rico é que comeu
Maria antonieta não teve perdão:
"Coma brioches quem não tem o próprio pão"

Trazido pelos portugueses ao brasil
Na sua crença evoluiu
Tornou-se a base da alimentação
E a rosas, respeitando o gosto de vocês
Seja um pão doce ou francês
Comemora trinta anos de alegria
Sambando vamos agradecer
O pão nosso de cada dia

Le Pain Quotidien

Viens sentir, mon amour
Mon goût sur ton palais
Viens me donner la main
Je fais le pain
Pour nourrir toute la 'masse'

Depuis que le Seigneur a créé le monde
L'homme s'est mis à travailler... Pour se nourrir
Sa sueur mêlée à la détermination
A fait germer la graine
Le blé béni par le créateur
A suscité la convoitise entre les civilisations
Son parcours a trébuché
Sur l'ignorance de l'humanité
Sous un serment, un espoir, il a avancé
Vers le bonheur

En France, une culture s'est développée
La grimace, c'était la faim
Mais c'est le riche qui a mangé
Marie-Antoinette n'a pas eu de pitié :
"Qu'ils mangent des brioches ceux qui n'ont pas de pain"

Apporté par les Portugais au Brésil
Dans sa croyance, il a évolué
Devenu la base de l'alimentation
Et aux roses, respectant vos goûts
Que ce soit un pain sucré ou français
Célébrons trente ans de joie
En dansant, nous allons remercier
Le pain quotidien.

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