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Me Llamó Bandido

Netto Cerqueira

Me Chamou de Bandido

Oh meu amigo, abra o porta mala e deixa o som tocar
Tô tomando cachaça pode maltratar
Louco desesperado ela brigou comigo, me chamou de bandido

Vem cá garçom traga mais um copo aqui pra essa mesa
Se ela não voltar vou beber com a tristeza
Tô sofrendo e chorando embreagado de amor

O gosto do seu beijo ainda está na minha roupa
Seu cheiro gostoso não sai da minha boca
Sua pele macia eu volto a lembrar
Dos momentos marcantes que vive com você
E agora a saudades me fazendo sofrer
Pra enrolar e tristeza o remédio é beber

Deixa eu beber, deixa eu me embreagar, eu vou amanhecer na porta desse bar
Se acabar a cerveja, eu viro essa mesa, se ela não voltar
Eu não vou ter culpa de beber assim
Vai garçom amigo trás outra pra mim bota uma gelada
Afogo as minhas mogoas a cara da marvada

Vai garçom amigo bote outra pra mim
Traga outra cerveja minha tristeza

Me Llamó Bandido

Oh amigo, abre el maletero y deja que suene la música
Estoy tomando cachaça, puedes maltratarme
Loco desesperado, ella peleó conmigo, me llamó bandido

Ven aquí camarero, trae otro vaso aquí a esta mesa
Si ella no regresa, beberé con la tristeza
Estoy sufriendo y llorando embriagado de amor

El sabor de tu beso aún está en mi ropa
Tu olor delicioso no se va de mi boca
Tu piel suave vuelvo a recordar
Los momentos memorables que viví contigo
Y ahora la nostalgia me hace sufrir
Para engañar a la tristeza, la medicina es beber

Déjame beber, déjame embriagarme, amaneceré en la puerta de este bar
Si se acaba la cerveza, volcaré esta mesa, si ella no regresa
No tendré la culpa de beber así
Ve camarero amigo, trae otra para mí, pon una bien fría
Ahogaré mis penas, la cara de la malvada

Ve camarero amigo, pon otra para mí
Trae otra cerveza, mi tristeza

Escrita por: Vinicius Campos Netto Cerqueira