Stan & Kyle
Eu ando com as mãos no bolso para disfarçar a solidão
Caminhando em ruas vazias, o olhar vazio buscando ao chão
Já não somos mais os mesmos e eu tenho muito medo
De estar certo no que eu penso
Eu finjo, eu disfarço, eu insisto nos meus passos como se eu não soubesse o fim
Dizem que sonho demais e que eu só vou atrás do que não posso ter
Lembra a última vez, a gente nem achou que ía conseguir
De tão inesperado foi mais natural
O timbre da sua voz dizendo 'que não há depois'
Parece que foi ontem mas foi alguns anos e meses atrás
Já não somos mais os mesmos e já não tenho muito tempo
De estar certo no que eu penso
Eu finjo, eu disfarço, eu insisto nos meus passos como se eu não soubesse o fim
Dizem que sonho demais e que eu só vou atrás do que não posso ter
Lembra a última vez, a gente nem achou que ía conseguir
De tão inesperado foi mais natural
Os espinhos me feriram foram produzidos
Pelas rosas criadas em nosso jardim de ódio
Os corações generosos jamais serão felizes
Como eu e você, como eu nunca estive
Stan & Kyle
Yo camino con las manos en los bolsillos para disimular la soledad
Caminando por calles vacías, la mirada perdida buscando al suelo
Ya no somos los mismos y tengo mucho miedo
De estar en lo correcto en lo que pienso
Fingo, disimulo, insisto en mis pasos como si no supiera el final
Dicen que sueño demasiado y que solo persigo lo que no puedo tener
Recuerda la última vez, ni siquiera pensamos que íbamos a lograrlo
Fue tan inesperado que fue más natural
El tono de tu voz diciendo 'que no hay después'
Parece que fue ayer pero fueron algunos años y meses atrás
Ya no somos los mismos y ya no tengo mucho tiempo
De estar en lo correcto en lo que pienso
Fingo, disimulo, insisto en mis pasos como si no supiera el final
Dicen que sueño demasiado y que solo persigo lo que no puedo tener
Recuerda la última vez, ni siquiera pensamos que íbamos a lograrlo
Fue tan inesperado que fue más natural
Las espinas me hirieron, fueron producidas
Por las rosas creadas en nuestro jardín de odio
Los corazones generosos nunca serán felices
Como tú y yo, como nunca estuve
Escrita por: Guilherme Turco / Pedro Turco