Duas Mentes
Venha e abra sua mente
Mostre -me todos seus segredos
Eu me alimento dos teus sonhos
Não adianta se esconder
Você sabe que eu o vejo
Você sabe que eu o sinto
Sou pecado, e teu instinto
E não poderá fugir de mim
Seus próprios medos o denunciarão
Seus pensamentos o destroem
Minha ilusão pode te dominar
Sou hospedeiro do teu ser
Sou cria do teu preconceito
Da sua fraqueza em dizer
Que vê a todos como porcos
Inferiores a você
Sou os olhos que condenam
Sou a língua que difama
O reflexo do teu ódio
A face que tenta esconder
Hoje sou escravo
De um ego que me prende
Me acorrenta na dor
Em busca de uma cura
Um alívio para a alma
Em algo pra crer
Dos Mentes
Ven y abre tu mente
Muéstrame todos tus secretos
Me alimento de tus sueños
No sirve de nada esconderte
Sabes que te veo
Sabes que te siento
Soy pecado, tu instinto
No podrás escapar de mí
Tus propios miedos te delatarán
Tus pensamientos te destruyen
Mi ilusión puede dominarte
Soy el huésped de tu ser
Soy producto de tu prejuicio
De tu debilidad para decir
Que ves a todos como cerdos
Inferiores a ti
Soy los ojos que condenan
Soy la lengua que difama
El reflejo de tu odio
La cara que intenta ocultar
Hoy soy esclavo
De un ego que me atrapa
Me encadena en el dolor
Buscando una cura
Un alivio para el alma
Algo en qué creer