Balada da Solidão
O meu amor é uma eterna vingança
Que nunca tem fim
Um eterno museu de lembranças
Que eu nunca vivi
Os dias passam e mesmo cercado
A vida as vezes parece uma solidão
Mil doses de bebidas
Entorpecer as vezes parece a solução
Vivendo e aprendendo com erros banais
Quem dera ser como os ditos normais
Vivendo e aprendendo ir sem direção
As vezes na vida é a única opção
Esta tudo bem?
Já fiz o que eu poderia, fazer
Na hora final, nem mil palavras explicam
O que não se pode dizer
Eu que já cai, e levantei
Sempre esqueço de esquecer
Que bem rápido passa a vida
Que eu nunca planejei viver
Vivendo e aprendendo com erros banais
Quem dera ser como os ditos normais
Vivendo e aprendendo ir sem direção
As vezes na vida é a única opção
Balada de la Soledad
Mi amor es una eterna venganza
Que nunca tiene fin
Un eterno museo de recuerdos
Que nunca viví
Los días pasan y aunque esté rodeado
La vida a veces parece una soledad
Mil tragos de licor
Entorpecer a veces parece la solución
Viviendo y aprendiendo de errores triviales
Ojalá pudiera ser como los llamados normales
Viviendo y aprendiendo a ir sin rumbo
A veces en la vida es la única opción
¿Está todo bien?
Ya hice lo que pude, hacer
En la hora final, ni mil palabras explican
Lo que no se puede decir
Yo que ya caí, y me levanté
Siempre olvido olvidar
Que la vida pasa muy rápido
Que nunca planeé vivir
Viviendo y aprendiendo de errores triviales
Ojalá pudiera ser como los llamados normales
Viviendo y aprendiendo a ir sin rumbo
A veces en la vida es la única opción
Escrita por: Ney Araujo / Charlenno Pires