Nem que eu Morra Seco
De servente de pedreiro
Trabalhei o ano inteiro
Pra cuidar da minha bela
Foi na lata e na enxada
Que eu ajeitava a bolada
Mandava tudo pra ela
Pra fazer economia
Comia uma vez por dia
Afinei o meu pescoço
Feriado, hora extra.
Ai meu Deus como eu fui besta
Fiquei o couro e o osso
Nem morra seco de saudade dela
Vai me pagar tudo sem choro e sem vela
Eu que até doente trabalhei na marra e ela na farra
Kenga sem vergonha piranha de rua
Procure outro trouxa pra cair na sua
Rapou o dinheiro da minha poupança
Cansei dessa dança.
Aunque me muera seco
De albañil
Trabajé todo el año
Para cuidar de mi bella
Fue con la pala y la azada
Que arreglaba el dinero
Lo mandaba todo para ella
Para ahorrar
Comía una vez al día
Apreté el cinturón
Feriado, horas extras
Ay Dios, qué tonto fui
Quedé en los huesos
Aunque me muera seco de extrañarla
Me pagará todo sin llanto ni vela
Yo que incluso enfermo trabajé a la fuerza y ella de fiesta
Puta sin vergüenza, zorra de la calle
Busca otro tonto para caer en tus redes
Se llevó el dinero de mi cuenta de ahorros
Me cansé de este baile.
Escrita por: Nildomar Dantas