Uirapuru
Uirapuru, uirapuru
Seresteiro, cantador do meu sertão
Uirapuru, ô, uirapuru
Tens no canto as mágoas do meu coração
A mata inteira, fica muda ao teu cantar
Tudo se cala, para ouvir tua canção
Que vai ao céu, numa sentida melodia
Vai a Deus, em forma triste de oração
Uirapuru, uirapuru
Seresteiro, cantador do meu sertão
Uirapuru, ô, uirapuru
Tens no canto as mágoas do meu coração
Se Deus ouvisse o que te sai do coração
Entenderia, que é de dor tua canção
E dos seus olhos tanto pranto rolaria
Que daria pra salvar o meu sertão
Uirapuru ô, uirapuru
Seresteiro, cantador do meu sertão
Uirapuru ô, uirapuru
Tens no canto as mágoas do meu coração
Uirapuru
Uirapuru, uirapuru
Seresteiro, cantor de mi sertão
Uirapuru, oh, uirapuru
Tienes en el rincón las penas de mi corazón
Todo el bosque está en silencio cuando cantas
Todo está en silencio, para escuchar tu canción
Que va al cielo, en una sentida melodía
Ve a Dios, en una triste forma de oración
Uirapuru, uirapuru
Seresteiro, cantor de mi sertão
Uirapuru, oh, uirapuru
Tienes en el rincón las penas de mi corazón
Si Dios escuchara lo que sale de tu corazón
Comprendería, que tu canto es de dolor
Y de tus ojos rodarían tantas lágrimas
¿Qué daría por salvar mi sertão?
Uirapuru oh, uirapuru
Seresteiro, cantor de mi sertão
Uirapuru oh, uirapuru
Tienes en el rincón las penas de mi corazón
Escrita por: José Ramiro Sobrinho / Ranulfo Ramiro da Silva