Mestre Mandou
Do que Adianta impor esta banca
Ser quem nunca foi só pra manter um status
Sei que não percebe o quanto se manca
Viver nessa ironia pra não ser odiado
Só pra se satisfazer
Sem saber nem o por que
A sociedade espera o real do que você vai ser
Como o subordinado do seu mestre mandou
Sujando o próprio retrato
Ele mesmo que criou
O preço que se paga bancando de santa
E o valor da palavra quando fala o que quer
Sem abrir os olhos e enxergar a verdade
Vai fundo na ironia só para fantasiar
Omitindo pra si mesmo
A sua própria ilusão
A sociedade espera a real do que você vai ser
Como o subordinado do seu mestre mandou
Cuspindo em sua origem
Ele mesmo que criou
El Maestro Mandó
De qué sirve imponer esta fachada
Ser alguien que nunca fue solo para mantener un estatus
Sé que no te das cuenta de lo patético que eres
Vivir en esta ironía para no ser odiado
Solo para satisfacerte
Sin saber ni por qué
La sociedad espera lo real de lo que serás
Como el subordinado que tu maestro mandó
Manchando tu propia imagen
Él mismo que creó
El precio que se paga fingiendo ser santa
Y el valor de la palabra al decir lo que quieres
Sin abrir los ojos y ver la verdad
Te sumerges en la ironía solo para fantasear
Ocultando para ti mismo
Tu propia ilusión
La sociedad espera lo real de lo que serás
Como el subordinado que tu maestro mandó
Escupiendo en tu origen
Él mismo que creó
Escrita por: Patrícia Almeida